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Amorim sobre apoio de João: "toda convicção"

Para o senador do PSC, uma aliança com o DEM tendo a senadora Maria do Carmo como candidata à reeleição na chapa é "o caminho natural"; no entanto, sabedor das inconstâncias de João, Amorim pondera que "pode ser que seja tudo diferente"; "A política é muito dinâmica. Não é a atitude de um só, mas de muitos, e muitos só correm se outros quiserem", pontua; mesmo diante do que está indefinido, Amorim diz que sua "escola política" foi a de "doutor João" e aponta incoerência numa aliança entre o DEM e o PMDB, do governador Jackson Barreto; em seu entorno, Amorim promete unir mais de 20 partidos: "maior de todos os arcos de alianças da história de Sergipe"

Senador Eduardo Amorim (PSC-SE) fala durante audiência pública da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) destinada a votar projeto que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para instituir o adicional por tempo de serviço aos empregados que recebem (Foto: Valter Lima)
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Sergipe 247 - O pré-candidato a governador pelo PSC, senador Eduardo Amorim, diz ter "toda convicção" no apoio do prefeito João Alves Filho (DEM) ao seu projeto eleitoral. "Deu certo em outros momentos e eu acho que a fórmula vai ser repetida, mas com um novo aprendizado. Nós temos que justificar o milagre da vida aprendendo para que nossas atitudes tenham resultados melhores, disse Amorim em entrevista ao jornalista Joedson Telles, do Universo Político (íntegra aqui). 

Para o senador do PSC, uma aliança com o DEM tendo a senadora Maria do Carmo como candidata à reeleição na chapa é "o caminho natural". No entanto, sabedor das inconstâncias de João, Amorim pondera que "pode ser que seja tudo diferente". "A política é muito dinâmica. Não é a atitude de um só, mas de muitos, e muitos só correm se outros quiserem", pontua.

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Mas ainda assim, mesmo diante do que está indefinido, Amorim diz que sua "escola política" foi a de "doutor João". "Meu primeiro partido foi o antigo PFL. Estou no meu segundo partido. Eu nem pensava entrar no mundo político, mas quando entrei optei pelo PSC e confesso que me identifiquei defendendo os princípios e valores cristãos. Tudo a ver com a minha conduta de vida. Todos nós somos filhos políticos dessa escola criada por doutor João, e em alguns momentos confesso que houve uma separação, mas o respeito e a consideração sempre houve", afirma.

Dito isso, o senador critica a possibilidade de uma aliança entre o governador Jackson Barreto (PMDB) e João Alves. Ele avalia que faltaria coerência. "O eleitor de doutor João é nosso eleitor. Na vida da gente temos que manter o princípio da coerência. Fizemos uma aliança com Déda porque precisávamos de um cargo majoritário para o Senado, mas não indicamos nada. Tivemos uma pequena participação no segundo governo de alguns meses somente, mas no primeiro governo absolutamente nada. No segundo apenas uma participação e se não aceitássemos iam dizer que estávamos pensando em romper. O trabalho foi feito, a nossa ajuda foi dada", afirma.

Sobre o senador Valadares (PSB), Amorim diz que conversas "têm existido", mas não só ele. "Com muitos outros partidos. Com o PV, PPS, com o PDT. Estamos afunilando", ressalta. Ele afirma que está "tudo quase pronto" para a convenção que homologará sua candidatura. "O maior de todos os arcos de alianças da história de Sergipe. O número deve se aproximar de 20 ou mais partidos", prevê.

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