Andrade perderá poder de veto na Cemig

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai assumir dois dos cinco assentos da Andrade Gutierrez no controle da gestão da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig); empreiteira já não tem poder de veto nem de controle da Cemig e, assim, perde o espaço conquistado nas gestões do PSDB em Minas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai assumir dois dos cinco assentos da Andrade Gutierrez no controle da gestão da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig); empreiteira já não tem poder de veto nem de controle da Cemig e, assim, perde o espaço conquistado nas gestões do PSDB em Minas
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai assumir dois dos cinco assentos da Andrade Gutierrez no controle da gestão da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig); empreiteira já não tem poder de veto nem de controle da Cemig e, assim, perde o espaço conquistado nas gestões do PSDB em Minas (Foto: Roberta Namour)

247 - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai assumir uma fatia da participação da Andrade Gutierrez no controle da gestão da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Com 12,9% do capital, a BNDES Participações terá direito a dois assentos em seu conselho de administração.

A Andrade, que ocupava cinco assentos no conselho, passará a ter direito a três e já não tem poder de veto nem de controle da Cemig. Assim, a empresa perde o espaço conquistado nas gestões do PSDB em Minas.

A empreiteira fechou acordo de leniência com as autoridades da Lava Jato e aceitou pagar multa de R$ 1 bilhão por causa de subornos em contratos.

Leia aqui reportagem de Marcos de Moura e Souza.

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