Apesar do financiamento mais barato, crise faz estoque de crédito cair em agosto

Estoque total de crédito no Brasil caiu 0,1% em agosto sobre julho, a R$ 3,047 trilhões, refletindo a persistente debilidade no volume de financiamentos no país a despeito de condições mais baratas para a tomada de empréstimos; com o resultado de agosto, o estoque geral de crédito passou a responder por 47,1% do PIB, contra 50,4% em igual mês do ano passado; no acumulado dos oito primeiros meses do ano, a retração do estoque chegou a 1,9%, recuando 2,2% em 12 meses

Estoque total de crédito no Brasil caiu 0,1% em agosto sobre julho, a R$ 3,047 trilhões, refletindo a persistente debilidade no volume de financiamentos no país a despeito de condições mais baratas para a tomada de empréstimos; com o resultado de agosto, o estoque geral de crédito passou a responder por 47,1% do PIB, contra 50,4% em igual mês do ano passado; no acumulado dos oito primeiros meses do ano, a retração do estoque chegou a 1,9%, recuando 2,2% em 12 meses
Estoque total de crédito no Brasil caiu 0,1% em agosto sobre julho, a R$ 3,047 trilhões, refletindo a persistente debilidade no volume de financiamentos no país a despeito de condições mais baratas para a tomada de empréstimos; com o resultado de agosto, o estoque geral de crédito passou a responder por 47,1% do PIB, contra 50,4% em igual mês do ano passado; no acumulado dos oito primeiros meses do ano, a retração do estoque chegou a 1,9%, recuando 2,2% em 12 meses (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - O estoque total de crédito no Brasil caiu 0,1 por cento em agosto sobre julho, a 3,047 trilhões de reais, refletindo a persistente debilidade no volume de financiamentos no país a despeito de condições mais baratas para a tomada de empréstimos.

Com o resultado de agosto, o estoque geral de crédito passou a responder por 47,1 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), contra 50,4 por cento em igual mês do ano passado, divulgou o Banco Central nesta quarta-feira.

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, a retração do estoque chegou a 1,9 por cento, recuando 2,2 por cento em 12 meses.

Esse movimento se deu apesar do barateamento do crédito, na esteira da continuidade da redução da Selic pelo BC.

Considerando apenas o segmento de recursos livres, em que as taxas são definidas livremente pelas instituições financeiras, os juros médios caíram a 45,6 por cento em agosto, contra 46,6 por cento em julho.

O spread, que mede a diferença entre o custo de captação e a taxa cobrada pelos bancos ao consumidor final, também diminuiu a 36,9 pontos percentuais em agosto, ante 37,6 pontos no mês anterior.

A inadimplência em recursos livres, por sua vez, ficou estável em 5,6 por cento.

Por Marcela Ayres

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