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Apoio do PT leva desgaste de Paulo Garcia para palanque de Iris

O iminente apoio do PT ao PMDB no segundo turno contra Marconi Perillo (PSDB) vai jogar no colo de Iris Rezende (PMDB) um fardo do tamanho de Goiânia: a gestão desgastada do prefeito Paulo Garcia (PT); petista tem índices altíssimos de rejeição e uma prova de que a sociedade goianiense o rejeita apareceu no domingo nas urnas; presidente Dilma Rousseff ficou só no terceiro lugar em Goiânia, perdendo para Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB)

O iminente apoio do PT ao PMDB no segundo turno contra Marconi Perillo (PSDB) vai jogar no colo de Iris Rezende (PMDB) um fardo do tamanho de Goiânia: a gestão desgastada do prefeito Paulo Garcia (PT); petista tem índices altíssimos de rejeição e uma prova de que a sociedade goianiense o rejeita apareceu no domingo nas urnas; presidente Dilma Rousseff ficou só no terceiro lugar em Goiânia, perdendo para Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) (Foto: José Barbacena)

Goiás247 - O iminente apoio do PT ao PMDB no segundo turno contra Marconi Perillo (PSDB) vai jogar no colo de Iris Rezende (PMDB) um fardo do tamanho de Goiânia: a gestão desgastada do prefeito Paulo Garcia (PT).

O prefeito da Capital tem índices altíssimos de rejeição e uma prova de que a sociedade goianiense o rejeita apareceu no domingo nas urnas. A presidente Dilma Rousseff ficou só no terceiro lugar em Goiânia, perdendo para Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB).

Desde que a gestão de Paulo Garcia começou a degringolar, em meados de 2013, Iris descolou sua imagem do prefeito. Antes tratado como afilhado político, Paulo começou a ser solenemente ignorado pelo ex-governador. Iris Rezende nunca fez questão de defender Paulo Garcia publicamente.

As crises na gestão petista se acumularam: ruas inundadas pela água da chuva, buracos, supersalários na Comurg, coleta de lixo deficiente, dificuldade para manutenção de praças e logradouros públicos, falta de médicos e insumos nos postos de saúde e Paulo Garcia ainda suporta sozinho.

A situação financeira grave do Paço Municipal colocou em questão a lealdade de Paulo Garcia a Iris. Mesmo com o rombo financeiro de R$ 400 milhões e um déficit mensal de R$ 40 milhões (números revelados pelo ex-secretário Cairo Peixoto), o prefeito não colocou a culpa em seu antecessor, como defendiam alguns aliados do petista.

A provável aliança entre PT e PMDB no segundo turno leva para o palanque de Iris todo o desgaste de Paulo Garcia. A gestão mal avaliada do petista em Goiânia já causou estragos.

Na Capital, por exemplo, Iris venceu Marconi, mas diferença foi de apenas 27 mil votos. O peemedebista obteve 36,63% dos votos válidos. Marconi, 32,76%. Em 2010, a diferença de Iris para Marconi, em Goiânia, foi de 17 pontos porcentuais.