Após delações, Alckmin não se elegeria ao Senado, diz pesquisa

Levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas sobre o cenário eleitoral do estado de São Paulo mostra que o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tenta pavimentar uma candidatura a presidente em 2018, teria dificuldades em se eleger até para o Senado; segundo a pesquisa, realizada com eleitores da cidade de São Paulo, Alckmin aparece em 4º lugar na preferência do eleitor paulista para o Senado, com 24,9% das intenções de voto. Em primeiro aparece o apresentador José Luiz Datena (PP), com 30,3%, seguido do vereador e ex-senador Eduardo Suplicy (PT), com 29,4%, e do deputado Celso Russomano (PRB), com 28,5%

Geraldo Alckmin
Geraldo Alckmin (Foto: Aquiles Lins)

SP 247 - Levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas sobre o cenário eleitoral do estado de São Paulo mostra que o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tenta pavimentar uma candidatura a presidente em 2018, teria dificuldades em se eleger até para o Senado. 

Segundo os delatores da Odebrecht Benedicto Júnior e Luiz Bueno, Alckmin recebeu R$ 8,3 milhões em 2014 e R$ 2 milhões em 2010 não declarados.

Segundo a pesquisa, realizada com eleitores da cidade de São Paulo, Alckmin aparece em 4º lugar na preferência do eleitor paulista para o Senado, com 24,9% das intenções de voto. Em primeiro aparece o apresentador José Luiz Datena (PP), com 30,3%, seguido do vereador e ex-senador Eduardo Suplicy (PT), com 29,4%, e do deputado Celso Russomano (PRB), com 28,5%. 

A pesquisa foi feita na modalidade estimulada, com o nome dos candidatos, e os entrevistados poderiam responder dois nomes. 

A pesquisa foi realizada entre os dias 29 e 31 de maio, com 1.210 eleitores da cidade de São Paulo. O grau de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3%. 

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