Após Renan, Gurgel apresenta ação contra Delgado

Candidato pelo PSB à presidência da Câmara, Júlio Delgado (PSB-MG) responderá por crime eleitoral depois das eleições; em acusação criminal enviada há uma semana ao STF, procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirma que site da campanha do deputado, então candidato à reeleição da Câmara em 2010, veiculava propaganda no dia da votação, o que é proibido por lei

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Minas 247 – Três dias depois de o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, encaminhar acusação contra o recém-eleito presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ao Supremo Tribunal Federal, foi a vez, agora, do candidato do PSB à presidência da Câmara, o deputado mineiro Júlio Delgado. O parlamentar responderá a ação após as eleições, definidas nesta tarde.

Na ação, Gurgel afirma que o site da campanha do deputado, que em 2010 era candidato à reeleição na Câmara, "funcionava normalmente, divulgando propaganda eleitoral" nos dias 2, 3 e 4 de outubro daquele ano. Foi constatado ainda que no dia 20, data da votação, o site permanecia no ar, o que é proibido por lei.

"A autoria também se encontra devidamente demonstrada nos autos, notadamente em razão da cobertura jornalística das atividades desempenhadas pelo deputado federal na data da eleição, dia 3 de outubro de 2010 que, obviamente, são do conhecimento do denunciado", disse Gurgel na denúncia, a qual a Agência Estado teve acesso.

Delgado admitiu que houve esquecimento de sua equipe ao manter o site no ar, mas disse que os poucos acessos à página na véspera da eleição não mudaria o resultado – ele foi reeleito com quase 71 mil votos. "Não foi de má fé, não houve pedido de votos por causa disso. Acho que para a eleição proporcional esse meio de ação, que foi muito popularizado, surtiu pouco efeito", afirmou o deputado do PSB.

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