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Argôlo: 100% tranquilo para as eleições

Como previsto, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados não conseguiu quórum mínimo para realizar nesta quarta a sessão que definirá o futuro político do baiano Luiz Argôlo (SD); ele é acusado de quebra de decoro parlamentar por seu envolvimento com o doleiro Alberto Youssef; com adiamento da sessão, Argôlo se mantém como candidato à reeleição e todos os votos computados a ele nas urnas no próximo dia 5 serão validados

Como previsto, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados não conseguiu quórum mínimo para realizar nesta quarta a sessão que definirá o futuro político do baiano Luiz Argôlo (SD); ele é acusado de quebra de decoro parlamentar por seu envolvimento com o doleiro Alberto Youssef; com adiamento da sessão, Argôlo se mantém como candidato à reeleição e todos os votos computados a ele nas urnas no próximo dia 5 serão validados (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Como previsto, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados não conseguiu quórum mínimo para realizar nesta quarta-feira a sessão que definirá o futuro político do baiano Luiz Argôlo (SD). O parlamentar é acusado de quebra de decoro parlamentar por seu envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, que foi preso pela Polícia Federal em março último na Operação Lava Jato sob acusação de comandar esquema de corrupção que teria lavado cerca de R$ 10 bilhões no Brasil.

Com o adiamento da sessão, Argôlo se mantém como candidato à reeleição e todos os votos computados a ele nas urnas no próximo dia 5 serão validados.

Quanto ao mandato em exercício, o futuro do baiano, agora, pode ser decidido no próximo dia 8. Mas o Conselho de Ética ainda precisa confirmar que fará leitura do relatório do deputado, Marcos Rogério, que concluirá se houve ou não a quebra de decoro.

Se considerado culpado, Luiz Argôlo pode sofrer punições que vão de suspensão a cassação do mandato.