Arthur Lira e mais 6 do PP podem virar réus na Lava Jato

O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) e outros seis políticos do PP podem virar réus após decisão dos ministros da 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal); decisão está prevista para esta terça-feira (29); denúncia diz que os políticos do PP atuaram para manter Paulo Roberto Costa na diretoria de Abastecimento da Petrobras com a função de garantir negócios com empresas dispostas a pagar propina de 1%

O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) e outros seis políticos do PP podem virar réus após decisão dos ministros da 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal); decisão está prevista para esta terça-feira (29); denúncia diz que os políticos do PP atuaram para manter Paulo Roberto Costa na diretoria de Abastecimento da Petrobras com a função de garantir negócios com empresas dispostas a pagar propina de 1%
O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) e outros seis políticos do PP podem virar réus após decisão dos ministros da 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal); decisão está prevista para esta terça-feira (29); denúncia diz que os políticos do PP atuaram para manter Paulo Roberto Costa na diretoria de Abastecimento da Petrobras com a função de garantir negócios com empresas dispostas a pagar propina de 1% (Foto: Voney Malta)

Por eassim.net - Ministros da 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) devem decidir nesta 3ª feira, 29, se tornam réus 7 políticos do PP (Partido Progressista).

Entre eles o deputado federal alagoano Arthur Lira, além de João Pizzolatti (SC), Mário Negromonte (BA), Negromonte Júnior (BA), Luiz Fernando Faria (MG), José Otávio Germano (RS) e Roberto Britto (BA).

Eles respondem por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva por irregularidades cometidas na diretoria de abastecimento da Petrobras.

A 2ª Turma é formada pelos ministros Edson Fachin (presidente), Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Dias Toffoli. A sessão está marcada para começar às 14h.

De acordo com a denúncia, os políticos do PP atuaram para manter Paulo Roberto Costa na diretoria de Abastecimento da Petrobras. Ele teria a função de garantir negócios da estatal com um cartel de empresas –dispostas a pagar propina de 1% do valor dos contratos.

 

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