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Ataídes: 'não existe justificativa para pedaladas'

Para o senador Ataídes Oliveira (PSDB), a presidente Dilma Rousseff (PT) terá que "explicar o inexplicável", sobre os 30 dias dados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para que a presidente explique o atraso no repasse de dinheiro aos bancos públicos, as chamadas "pedaladas fiscais"; "Não existe justificativa possível para as tais pedaladas fiscais, ou seja, para as manobras irresponsáveis que o governo usou para esconder o tamanho do rombo das contas públicas", afirmou; o tucano também defendeu a retomada da votação das contas do governo federal pelo Congresso Nacional

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Para o senador Ataídes Oliveira (PSDB), a presidente Dilma Rousseff (PT) terá que "explicar o inexplicável", sobre os 30 dias dados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para que a presidente explique o atraso no repasse de dinheiro aos bancos públicos, as chamadas "pedaladas fiscais"; "Não existe justificativa possível para as tais pedaladas fiscais, ou seja, para as manobras irresponsáveis que o governo usou para esconder o tamanho do rombo das contas públicas", afirmou; o tucano também defendeu a retomada da votação das contas do governo federal pelo Congresso Nacional (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 - O senador Ataídes Oliveira (PSDB) afirmou que a presidente Dilma Rousseff (PT) terá que "explicar o inexplicável", após o Tribunal de Contas da União (TCU) conceder prazo de 30 dias para que a presidente explique melhor as contas do exercício financeiro de 2014, em especial sobre o atraso no repasse de dinheiro aos bancos públicos, as chamadas "pedaladas fiscais".

"Não existe justificativa possível para as tais pedaladas fiscais, ou seja, para as manobras irresponsáveis que o governo usou para esconder o tamanho do rombo das contas públicas", afirmou o parlamentar, ao questionar os atrasos no repasse de verbas aos bancos públicos para pagamento de programas como Bolsa Família e seguro desemprego.

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O parlamentar tocantinense disse não duvidar que o atraso nos repasses – envolvendo cerca de R$ 7 bilhões em 2014 – representa crime de responsabilidade fiscal por parte do governo. A expectativa do senador é que o tribunal julgue de forma imparcial e rigorosa as contas do governo Dilma. "Um dos sustentáculos da democracia é exatamente a isenção e a autonomia de instituições como o TCU, o Ministério Público e a Polícia Federal", argumentou.

Ataídes também defendeu a retomada da votação das contas do governo federal pelo Congresso Nacional. As contas não são votadas pelos parlamentares desde a época do governo Collor. "Essa é uma prerrogativa constitucional do parlamento, da qual não podemos abrir mão", comentou.

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