Ataídes pede ao TRE que investigue caixa 2
Senador Ataídes Oliveira (Pros), candidato a governador pela coligação "Reage Tocantins", ingressou com representação na Justiça Eleitoral pedindo abertura de Investigação Judicial Eleitoralinvestigue a apreensão de R$ 504 mil em espécie num avião com santinhos dos candidatos a governador Marcelo Miranda (PMDB) e a deputado federal Carlos Gaguim (PMDB), ambos da coligação "A experiência faz a mudança"; "Os tocantinenses precisam urgentemente de uma resposta sobre esse caso, e os envolvidos precisam ser responsabilizados na forma da legislação eleitoral, para assegurar a integridade e o correto andamento das eleições que se aproximam", afirmou Ataídes
Tocantins 247 - O senador Ataídes Oliveira (Pros), candidato a governador pela coligação "Reage Tocantins" ingressou na Justiça uma representação visando à abertura de Investigação Judicial Eleitoral sobre a prisão de quatro pessoas e a apreensão de um avião com R$ 504 mil em espécie e material de campanha dos candidatos a governador Marcelo Miranda (PMDB) e a deputado federal Carlos Gaguim (PMDB), ambos da coligação "A experiência faz a mudança".
Segundo a coligação, a medida tem como objetivo apurar o uso indevido e o abuso do poder econômico e de autoridade, para prejudicar candidatos, coligações e pessoas envolvidas na operação da Polícia Civil de Goiás, ou a ela relacionadas.
Segundo Ataídes, deixar passar em branco um escândalo dessas proporções é desrespeitar o eleitor e desconsiderar a seriedade do processo eleitoral. "Os tocantinenses precisam urgentemente de uma resposta sobre esse caso, e os envolvidos precisam ser responsabilizados na forma da legislação eleitoral, para assegurar a integridade e o correto andamento das eleições que se aproximam", afirmou.
A coligação "Reage Tocantins" pedirá o bloqueio judicial dos valores apreendidos e das contas bancárias que receberam as transferências noticiadas na imprensa, bem como a quebra do sigilo telefônico e bancário dos envolvidos.
A ação de Investigação Judicial Eleitoral, sendo procedente, implicará na declaração de inelegibilidade de todos os que contribuíram para a prática dos atos ilícitos, no que se refere a eleições que se realizarem nos oito anos subsequentes, e, se eleitos, na cassação dos respectivos registros e diplomas.
