Atlético-PR terá de pagar diferença em empréstimo do BNDES

Clube esperava R$ 138 milhões do banco estatal para as obras da Arena da Baixada, mas só teve aprovados R$ 131 milhões

Atlético-PR terá de pagar diferença em empréstimo do BNDES
Atlético-PR terá de pagar diferença em empréstimo do BNDES (Foto: Divulgação/Ministério do Esporte)
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Portal 2014 - Com algumas alterações em relação ao projeto original --inclusão da cobertura retrátil, captação de energia elétrica e eliminação de pontos cegos--, o Atlético-PR deverá acelerar as obras da reforma, que atingiram 45% de execução neste mês.

Em entrevista coletiva realizada na última sexta-feira (10) em Curitiba, o presidente do clube, Mário Celso Petraglia, garantiu agilidade nas obras e reafirmou a intenção de entregar a nova arena até junho de 2013.

O dirigente, no entanto, disse não saber como o Atlético-PR vai pagar a diferença entre o empréstimo aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES (R$ 131 milhões) e o valor pretendido pelo clube (R$ 138 milhões). 

“Nesse montante o banco excluiu sete milhões, mas vamos ter que dar continuidade, ver os valores restantes”, afirmou.

Petraglia revelou que o projeto do estádio da Copa precisou ser refeito, pois em outubro do ano passado um estudo mostrou que havia riscos de que a “arena ruísse”.

“Não tivemos coragem de iniciar as obras. A qualidade do serviço colocou em risco e não havia condição de complementar. Após a rescisão contatamos uma empresa espanhola que já estava com o projeto da Arena Corinthians”, disse.

A próxima etapa das obras, segundo Petraglia, deve incluir a demolição das torres, a reforma da entrada principal e a construção da superestrutura, com pilares e vigas. As obras são gerenciadas pela empresa Engevix, que também contrata as empresas para cada setor específico. 

O avanço, porém, depende da liberação da primeira parcela do empréstimo de R$ 131 milhões feito pelo BNDES. Segundo o Atlético-PR, isso deverá acontecer ainda este mês.

Nesta semana, o clube deve enfrentar um questionamento na Câmara de Vereadores, que pede explicações à Prefeitura sobre os motivos que elevaram o valor do potencial construtivo aprovado na Casa de R$ 90 milhões para R$ 123 milhões.

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