Ato no Santander contra a censura termina com bombas e MBL escondido atrás da PM

O ato organizado pela comunidade cultural porto-alegrense contra a suspensão da exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, pelo Santander Cultural, após uma campanha capitaneada pelo Movimento Brasil Livre (MBL), chegou ao fim, no início da noite desta terça-feira (12), em meio a bombas de gás lançadas por um pelotão do choque da Brigada Militar

O ato organizado pela comunidade cultural porto-alegrense contra a suspensão da exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, pelo Santander Cultural, após uma campanha capitaneada pelo Movimento Brasil Livre (MBL), chegou ao fim, no início da noite desta terça-feira (12), em meio a bombas de gás lançadas por um pelotão do choque da Brigada Militar
O ato organizado pela comunidade cultural porto-alegrense contra a suspensão da exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, pelo Santander Cultural, após uma campanha capitaneada pelo Movimento Brasil Livre (MBL), chegou ao fim, no início da noite desta terça-feira (12), em meio a bombas de gás lançadas por um pelotão do choque da Brigada Militar (Foto: Leonardo Attuch)
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Do Sul21

O ato organizado pela comunidade cultural porto-alegrense contra a suspensão da exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, pelo Santander Cultural, após uma campanha capitaneada pelo Movimento Brasil Livre (MBL), chegou ao fim, no início da noite desta terça-feira (12), em meio a bombas de gás lançadas por um pelotão do choque da Brigada Militar.

A manifestação, que iniciou às 15h30, transcorreu pacificamente. A intervenção da Brigada ocorreu no início da noite, quando integrantes do MBL voltaram até o local e, segundo relatos de manifestantes, começaram a fazer provocações.

Segundo o tenente-coronel Eduardo Amorim, comandante do 9° Batalhão da Polícia Militar, havia dois grupos na praça Alfândega, que ele denominou de “grupo A” e “grupo B”, quando ocorreu uma briga entre os dois. “O grupo A tinha menos pessoas que o grupo B. O pessoal (da Brigada) já sabia quem eram essas pessoas do grupo A, separou e afastou elas. No momento em que afastou, o grupo B veio pra cima da Brigada.

Em um determinado momento, jogaram algo no Batalhão de Choque. Para evitar o uso de um bastão ou algo neste sentido, utilizaram um instrumento de menor potencial ofensivo que é a granada para dispersar as pessoas e evitar um confronto”. O “grupo A”, referido pelo tenente-coronel, era formado pelos integrantes do MBL.

Ainda segundo Amorim, neste processo, duas pessoas foram detidas. “Algumas pessoas começaram a jogar pedras nos brigadianos que conseguiram identificar duas delas, abordar e tirar. Foi feito um termo circunstanciado por resistência e desobediência e depois elas foram liberadas”.

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