Audiências de custódia decidirão futuro de investigados na Operação Stellio

Com as audiências, o juiz decidirá quais dos investigados continuarão presos e quais poderão responder em liberdade, depois de serem alvos da operação Stellio, que desmantelou um esquema de fraudes contra programa de seguro-desemprego e FGTS no Tocantins e em mais seis estado; segundo as investigações, a suspeita é que o grupo tenha causado um prejuízo de R$ 320 milhões

Com as audiências, o juiz decidirá quais dos investigados continuarão presos e quais poderão responder em liberdade, depois de serem alvos da operação Stellio, que desmantelou um esquema de fraudes contra programa de seguro-desemprego e FGTS no Tocantins e em mais seis estado; segundo as investigações, a suspeita é que o grupo tenha causado um prejuízo de R$ 320 milhões
Com as audiências, o juiz decidirá quais dos investigados continuarão presos e quais poderão responder em liberdade, depois de serem alvos da operação Stellio, que desmantelou um esquema de fraudes contra programa de seguro-desemprego e FGTS no Tocantins e em mais seis estado; segundo as investigações, a suspeita é que o grupo tenha causado um prejuízo de R$ 320 milhões (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - A Justiça Federal do Tocantins deve levar pelo menos dois dias para concluir as audiências de custódia dos suspeitos na operação Stellio, que desmantelou um esquema de fraudes contra programa de seguro-desemprego e FGTS no Tocantins e em mais seis estados. Com as audiências, o juiz decidirá quais dos investigados continuarão presos e quais poderão responder em liberdade. Segundo as investigações, a suspeita é que o grupo tenha causado um prejuízo de R$ 320 milhões. As fraudes foram constatadas entre os anos de 2014 e 2015. No Tocantins, 30 pessoas foram presas, sendo dois funcionárias da Caixa e dois do Sine. 

De acordo com o delegado titular da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários, Luiz Felipe Felipe da Silva, informou que cada um dos ex-funcionários da Caixa, além de ex-agentes e agentes do Sine, tinha uma função no grupo que cometia fraudes contra programa de seguro-desemprego e FGTS no Tocantins e em mais Goiás, Pará, Maranhão, Roraima, Paraná e Santa Catarina.

As investigações apontaram que os ex-funcionários do banco liberavam Cartões do Cidadão para que os membros da organização fizessem saques fraudulentos do seguro-desemprego.  

O chefe da quadrilha foi capturado em Goiânia. O principal auxiliar dele foi preso em uma casa, em Palmas. 

 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247