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Auditores protestam contra parcelamento em Minas

Auditores fiscais protestam contra parcelamento e congelamento dos salários dos servidores estaduais; eles estão na porta da Secretaria de Estado da Fazenda, na rua da Bahia, na Região Central de Belo Horizonte; cerca de 40 auditores e funcionários do setor administrativo fazem panfletagem no local e espalharam faixas em frente à secretaria. a categoria reivindica o pagamento integral no quinto dia útil do mês e a recomposição salarial, uma vez que em 2014 e 2015, o governo não corrigiu as perdas inflacionárias, o que fez com que essas se acumulassem em 20%

Auditores fiscais protestam contra parcelamento e congelamento dos salários dos servidores estaduais; eles estão na porta da Secretaria de Estado da Fazenda, na rua da Bahia, na Região Central de Belo Horizonte; cerca de 40 auditores e funcionários do setor administrativo fazem panfletagem no local e espalharam faixas em frente à secretaria. a categoria reivindica o pagamento integral no quinto dia útil do mês e a recomposição salarial, uma vez que em 2014 e 2015, o governo não corrigiu as perdas inflacionárias, o que fez com que essas se acumulassem em 20% (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - Auditores fiscais protestam, nesta segunda-feira (7), contra parcelamento e congelamento dos salários dos servidores estaduais. Eles estão na porta da Secretaria de Estado da Fazenda, na rua da Bahia, na Região Central de Belo Horizonte. Cerca de 40 auditores e funcionários do setor administrativo fazem panfletagem no local e espalharam faixas em frente à secretaria. 

A categoria reivindica o pagamento integral no quinto dia útil do mês e a recomposição salarial, uma vez que em 2014 e 2015, o governo não corrigiu as perdas inflacionárias, o que fez com que essas se acumulassem em 20%.

De acordo com o presidente do Sindifisco, Lindolfo Castro, o protesto acontece em outras cidades no interior de Minas. De acordo com ele, a intenção dos manifestantes é abrir um canal de negociação com o governo de Minas. "É absurdo que um governo que se elegeu prometendo diálogo não ouça seus servidores", disse Lindolfo.

O sindicalista afirmou que, no Brasil, a cobrança de tributos é feita de forma bastante injusta, pois 75% da carga tributária incidem sobre o consumo e a mão de obra. Segundo ele, “o imposto sobre o consumo é regressivo, ou seja, pagam mais aqueles que ganham menos, e indireto, o que significa que quem paga é o consumidor/trabalhador na ponta".

"Além disso, os governos têm tributado com altas alíquotas bens e serviços essenciais, como a energia elétrica e a gasolina. Em Minas, o governo cobra do consumidor residencial de energia elétrica uma das maiores alíquotas de ICMS e, recentemente, aumentou a alíquota desse imposto para as comunicações (telefonia, internet etc.)”, complementou.