Aumenta adesão à greve dos servidores da Saúde no TO
Os servidores da Saúde do Tocantins receberam nesta segunda-feira (4) a adesão de outras quatro unidades do Estado; os hospitais de Palmas (Hospital Infantil), Alvorada, Araguaçu, Pedro Afonso,e Porto Nacional (maternidade Tia Dedé) terão servidores mantendo apenas os 30% exigidos por lei durante o movimento grevista, evitando fazer plantões extras e realizando somente atendimentos de urgências e emergências; a greve já dura um mês
Tocantins 247 - Os servidores da Saúde do Tocantins receberam nesta segunda-feira (4) a adesão de outras quatro unidades do Estado. Os hospitais de Alvorada, Araguaçu, Pedro Afonso, Palmas (Hospital Infantil), e Porto Nacional (maternidade Tia Dedé) terão servidores mantendo apenas os 30% exigidos por lei durante o movimento grevista, evitando fazer plantões extras e realizando somente atendimentos de urgências e emergências. A greve já dura um mês.
A categoria reivindica o cumprimento integral do acordo (pagamento do adicional noturno, das progressões e da insalubridade), e a regularização do pagamento do adicional noturno do mês de novembro, o pagamento das gratificações de urgências e emergências, os plantões extras, e a publicação das portarias de concessão de progressão e estágio probatório, aqueles com direito até 31 de dezembro de 2014.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores em Saúde do Tocantins (Sintras), Manoel Miranda, a continuidade ou não da greve é uma decisão majoritária dos servidores, e o sindicato apoiará até o governo atender as reivindicações da categoria. “O fim da greve só depende do Estado apresentar uma proposta que seja viável para a categoria, portanto o sindicato aguarda um contato do governo para discutir a questão”,afirmou.
Nesta quarta-feira (6), a diretoria executiva do Sintras fará uma reunião para definir uma data da assembleia geral dos servidores da saúde ainda este mês para analisar o movimento e definir novas estratégias. Caso o governo aponte uma proposta até a data desta assembleia, ela será apresentada aos servidores para deliberar se aceitam ou não.
Os servidores também pedem melhores condições de trabalho, com fornecimento de equipamentos de proteção coletivo e individual (E.P.C e E.P.I), alimentação em quantidade e qualidade nutricional, repouso noturno, insumos materiais e medicamentos para profilaxia dos atendimentos aos pacientes.