Bahia tem 2º menor número de juízes por habitantes

Dados do Índice de Acesso à Justiça (Inaj), lançado na segunda-feira (16) pelo Ministério da Justiça, revela que o maior estado do Nordeste tem apenas seis juízes para cada 100 mil habitantes e está em penúltimo lugar em comparação com as 27 unidades federativas; estado é ainda o penúltimo em número de promotores (4 para 100 mil) e o último em número de defensores públicos (1,48 para 100 mil)

Dados do Índice de Acesso à Justiça (Inaj), lançado na segunda-feira (16) pelo Ministério da Justiça, revela que o maior estado do Nordeste tem apenas seis juízes para cada 100 mil habitantes e está em penúltimo lugar em comparação com as 27 unidades federativas; estado é ainda o penúltimo em número de promotores (4 para 100 mil) e o último em número de defensores públicos (1,48 para 100 mil)
Dados do Índice de Acesso à Justiça (Inaj), lançado na segunda-feira (16) pelo Ministério da Justiça, revela que o maior estado do Nordeste tem apenas seis juízes para cada 100 mil habitantes e está em penúltimo lugar em comparação com as 27 unidades federativas; estado é ainda o penúltimo em número de promotores (4 para 100 mil) e o último em número de defensores públicos (1,48 para 100 mil) (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - A Bahia volta a se destacar de forma negativa em nível nacional. Dados do Índice de Acesso à Justiça (Inaj), lançado na segunda-feira (16) pelo Ministério da Justiça, revela que o maior estado do Nordeste tem apenas seis juízes para cada 100 mil habitantes e está em penúltimo lugar em comparação com as 27 unidades federativas.

O estado é ainda o penúltimo em número de promotores (4 para 100 mil) e o último em número de defensores públicos (1,48 para 100 mil).

No relatório divulgado no portal Atlas de Acesso à Justiça, o Distrito Federal possui a "maior proporção nacional em qualquer categoria, o que foi entendido como resultado da grande concentração de órgãos públicos e com destaque para cúpula do Poder Judiciário e Executivo Federal".

Quando se desconsidera a capital brasileira, "continua o quadro de grandes discrepâncias, especialmente quanto à Bahia, pela baixa proporção, decisiva para os baixos índices de acesso apurados nos indicadores".

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