Bahia terá vacina contra dengue e leishmaniose

A unidade baiana do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz (Fiocruz-Bahia) anunciou que iniciará ainda neste ano um estudo para desenvolver vacinas contra a Dengue e potencializar o controle sobre a leishmaniose; em entrevista ao jornal A Tarde, o diretor e pesquisador do instituto Manoel Barral Neto disse que a pesquisa sobre a dengue "tentará descobrir para depois ter uma vacina eficiente"

A unidade baiana do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz (Fiocruz-Bahia) anunciou que iniciará ainda neste ano um estudo para desenvolver vacinas contra a Dengue e potencializar o controle sobre a leishmaniose; em entrevista ao jornal A Tarde, o diretor e pesquisador do instituto Manoel Barral Neto disse que a pesquisa sobre a dengue "tentará descobrir para depois ter uma vacina eficiente"
A unidade baiana do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz (Fiocruz-Bahia) anunciou que iniciará ainda neste ano um estudo para desenvolver vacinas contra a Dengue e potencializar o controle sobre a leishmaniose; em entrevista ao jornal A Tarde, o diretor e pesquisador do instituto Manoel Barral Neto disse que a pesquisa sobre a dengue "tentará descobrir para depois ter uma vacina eficiente" (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247

A unidade baiana do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz (Fiocruz-Bahia) anunciou que iniciará ainda neste ano um estudo para desenvolver vacinas contra a Dengue e potencializar o controle sobre a leishmaniose.

Em entrevista ao jornal A Tarde, o diretor e pesquisador do instituto Manoel Barral Neto disse que a pesquisa sobre a dengue "tentará descobrir para depois ter uma vacina eficiente".

Sobre a leishmaniose, doença que tem vários casos na Bahia, com o Nordeste com o maior foco no Brasil (que representa mais de 90% dos casos na América Latina), o desenvolvimento de uma prevenção rápida é essencial para o controle da doença.

"Esta pesquisa da vacina é bastante importante, pois seguimos uma abordagem diversificada: a saliva do mosquito transmissor ajuda a transmitir a leishmaniose. Caso o protozoário causador seja injetado sem a saliva do mosquito tem muito menos a capacidade de sobrevivência. De tal maneira que, se neutralizarmos os efeitos da saliva, então poderemos potencializar a vacina".

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