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Baianos podem atrapalhar Marco Civil da Internet

Aprovação da matéria em segundo turno depende de acordos em relação à prorrogação da Lei da Informática, de 2004, que estabelece benefícios e isenções de IPI para bens de informática e automação, o que beneficia estados com polos produtores, como a Bahia; de acordo com o deputado Colbert Martins, do PMDB, a bancada baiana não vai votar segunda etapa da extensão da isenção da Zona Franca de Manaus enquanto a extensão da regra não for decidida, já que a PEC que dilata as exceções tributárias já foi aprovada em 1º turno

Aprovação da matéria em segundo turno depende de acordos em relação à prorrogação da Lei da Informática, de 2004, que estabelece benefícios e isenções de IPI para bens de informática e automação, o que beneficia estados com polos produtores, como a Bahia; de acordo com o deputado Colbert Martins, do PMDB, a bancada baiana não vai votar segunda etapa da extensão da isenção da Zona Franca de Manaus enquanto a extensão da regra não for decidida, já que a PEC que dilata as exceções tributárias já foi aprovada em 1º turno (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Grande estrela da pauta de votação da Câmara nesta semana, o Projeto de Lei nº 2126/2011, mais conhecido como Marco Civil da Internet, ainda carece de negociação entre os deputados para entrar em apreciação.

Aprovação em segundo turno depende de acordos em relação à prorrogação da Lei da Informática, de 2004, que estabelece benefícios e isenções de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens de informática e automação, o que beneficia estados com polos produtores, como a Bahia.

De acordo com o deputado Colbert Martins, do PMDB, a bancada baiana não vai votar segunda etapa da extensão da isenção da Zona Franca de Manaus enquanto a extensão da regra não for decidida, já que a Proposta de Emenda à Constituição que dilata as exceções tributárias já foi aprovada em 1º turno.

"Com a isenção na Zona Franca, a Bahia vai perder o Polo de Informática de Ilhéus, porque todo mundo vai correr para Manaus. A Bahia só vota o segundo turno depois de ser mantida a proteção, o que só ocorre se tivermos a Lei de Informática votada. Prejuízo da Bahia, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná seria incalculável. Os 39 deputados da Bahia vão votar contra. Não tem como negociar", diz Colbert em entrevista ao site Bahia Notícias.