Banco do Brasil vai fechar cinco agências no interior do Ceará

De acordo com o Sindicato dos Bancários, por determinação da direção, o Banco do Brasil, deverá fechar as agências de Madalena, Pedra Branca, Jaguaribara, Pindoretama e Itapiúna, em função dos problemas de segurança. Ainda segundo o Sindicato dos Bancários do Ceará, em cinco meses foram realizados trinta ataques a agências bancárias no Ceará

De acordo com o Sindicato dos Bancários, por determinação da direção, o Banco do Brasil, deverá fechar as agências de Madalena, Pedra Branca, Jaguaribara, Pindoretama e Itapiúna, em função dos problemas de segurança. Ainda segundo o Sindicato dos Bancários do Ceará, em cinco meses foram realizados trinta ataques a agências bancárias no Ceará
De acordo com o Sindicato dos Bancários, por determinação da direção, o Banco do Brasil, deverá fechar as agências de Madalena, Pedra Branca, Jaguaribara, Pindoretama e Itapiúna, em função dos problemas de segurança. Ainda segundo o Sindicato dos Bancários do Ceará, em cinco meses foram realizados trinta ataques a agências bancárias no Ceará (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - De acordo com o Sindicato dos Bancários, cinco agências do Banco do Brasil serão fechadas no Ceará, em função de problemas com a segurança. A determinação seria da direção do banco. Os municípios prejudicados com essa medida seriam Madalena, Pedra Branca, Jaguaribara, Pindoretama e Itapiúna.

Ainda segundo o Sindicato dos Bancários do Ceará, em cinco meses foram realizados trinta ataques, incluindo arrombamentos e tentativas, assalto, saidinhas e ataques a carros-fortes. Os dados foram coletados a partir das publicações da imprensa local. Até o mês de maio deste ano, foram 20 arrombamentos, um assalto, cinco tentativas de arrombamento, duas saidinhas e três ataques a carros-fortes, com a morte de um vigilante no dia 11 de abril, em Fortaleza.

Sendo os bancos que mais tem agências no interior, o BB e o Bradesco são os mais atingidos. Em cinco meses de 2017, o BB foi atacado 12 vezes e o Bradesco, 10. O Sindicato informou ainda que vem conversando com câmaras de vereadores e fazendo articulações com sindicatos de municipais e trabalhadores rurais desses municípios para, junto à Superintendência do banco, pedir a reversão dessa determinação.

"Com a agência explodida a situação fica bem difícil. O movimento do comércio cai, aposentados e servidores são obrigados a se deslocar para outros municípios, correndo risco nas estradas e o bancário, que já está instalado naquele local, tem de se estabelecer em outra cidade. Todos são prejudicados", afirma um dos diretores do Sindicato dos Bancários do Ceará, Bosco Mota.

Para mais informações acesse o jornal Tribuna Bancária

 

 

 

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