Bolsonarista, marido de Ana Hickmann tenta colocar a culpa por falência em Lula

Correa cumpre medida protetiva concedida com base na Lei Maria da Penha

Ana Hickmann e Alexandre Correa
Ana Hickmann e Alexandre Correa (Foto: Reprodução/Instagram)


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247 - O marido da apresentadora Ana Hickmann, o empresário Alexandre Correa, enquadrado na Lei Maria da Penha por praticar violência doméstica, pediu para a Justiça suspender a execução de dívidas da empresa Hickmann Serviços LTDA.  Conforme a proposta apresentada pela defesa do empresário, a recuperação judicial seria uma forma de evitar a falência da empresa que Alexandre e Ana Hickmann são sócios. As informações são do portal CNN Brasil.

No documento, a defesa de Alexandre pede que a medida seja concedida para evitar “a falência da desta que sempre foi uma empresa próspera.” Bolsonarista, Alexandre ainda encontrou uma forma de citar o governo Lula para justificar o fracasso de seus empreendimentos. “…a exemplo das diversas grandes marcas e franquias que fecharam as portas no Brasil após o início do Governo atual e da crise que assola o mundo em face de duas grandes guerras em plena e contumaz beligerância e dos resquícios do fechamento do comércio após a pandemia do Covid”. 

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Saiba mais - Ana Hickmann está enfrentando pressão dos bancos devido a dívidas que passam dos R$ 14 milhões. Recentemente, os bens e contas bancárias da apresentadora e seu ex-marido, Alexandre Corrêa, foram alvo de uma intensificação nas restrições, com todos os imóveis e veículos impedidos de serem vendidos. Além disso, Ana corre o risco de ver suas contas bloqueadas, deixando-a sem recursos para despesas cotidianas.

Três instituições solicitam a penhora on-line dos recursos financeiros do casal. Em 22 de novembro, o Bradesco iniciou uma ação para recuperar um empréstimo de mais de R$ 1 milhão, concedido em abril e não pago desde setembro. Na sexta-feira (1), o banco retornou ao Poder Judiciário, buscando urgência na análise de seu pedido de certidão premonitória para um conjunto de terrenos no bairro do Pacaembu (SP), avaliados em R$ 6,5 milhões, dados como garantia para o empréstimo.

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