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Boulos: “culpar as vítimas pela tragédia é inadmissível”

Pré-candidato à presidência pelo PSOL, Guilherme Boulos participa de ato em defesa de ocupações; "Esse ato é para exigir do poder público que tome atitudes. Tem famílias que estão até agora abandonadas, desabrigadas no Largo do Paissandu", diz; assista

12/08/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Entrevista com Guilherme Boulos, coordenador nacional do MTST, no Demhab. Foto: Guilherme Santos/Sul21 (Foto: Gisele Federicce)

Da Revista Fórum, com informações de Ivan Longo - O pré-candidato à presidência pelo PSOL e líder do MTST, Guilherme Boulos, marcou presença em ato no Centro de São Paulo, na tarde desta quarta-feira (9), que teve como objetivo pedir rapidez das autoridades no que se refere à liberação de recursos para construção de moradias populares. “Esse ato é para exigir do poder público que tome atitudes. Tem famílias que estão até agora abandonadas, desabrigadas no Largo do Paissandu”, afirmou.

Integrantes de ocupações e movimentos por moradia também protestaram contra a criminalização dos movimentos. “Houve uma tentativa absurda de criminalizar as lutas sociais, os movimentos. Quiseram culpar as próprias as vítimas pela tragédia. Isso é inadmissível. Hoje, viemos dar uma resposta a isso e exigir políticas públicas de habitação”, concluiu Boulos.

Leia aqui a íntegra e assista ao discurso de Boulos.