Boulos: gestão Doria faz barbárie com moradores de rua

Coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, criticou nesta quarta-feira, 19, a atuação da prefeitura de São Paulo, que sob o comando de João Doria (PSDB), foi acusada de acordar moradores de rua com jatos de água, em meio às noites mais frias do ano; "Num dos dias mais frios do ano, agentes da gestão Doria jogam jatos de água no povo de rua. Não é apenas higienismo, é barbárie!", disse Boulos em sua página no Twitter

Coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, criticou nesta quarta-feira, 19, a atuação da prefeitura de São Paulo, que sob o comando de João Doria (PSDB), foi acusada de acordar moradores de rua com jatos de água, em meio às noites mais frias do ano; "Num dos dias mais frios do ano, agentes da gestão Doria jogam jatos de água no povo de rua. Não é apenas higienismo, é barbárie!", disse Boulos em sua página no Twitter
Coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, criticou nesta quarta-feira, 19, a atuação da prefeitura de São Paulo, que sob o comando de João Doria (PSDB), foi acusada de acordar moradores de rua com jatos de água, em meio às noites mais frias do ano; "Num dos dias mais frios do ano, agentes da gestão Doria jogam jatos de água no povo de rua. Não é apenas higienismo, é barbárie!", disse Boulos em sua página no Twitter (Foto: Aquiles Lins)

SP 247 - O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, criticou nesta quarta-feira, 19, a atuação da prefeitura de São Paulo, que sob o comando de João Doria (PSDB), foi acusada de acordar moradores de rua com jatos de água, em meio às noites mais frias do ano. 

"Num dos dias mais frios do ano, agentes da gestão Doria jogam jatos de água no povo de rua. Não é apenas higienismo, é barbárie!", disse Boulos em sua página no Twitter. 

Segundo os moradores de rua na região da Sé, no centro da capital paulista, funcionários da empresa de limpeza urbana acordam os desabrigados com jatos de água fria. Os moradores de rua também reclamam das poucas vagas disponíveis em abrigos. O prefeito regional da Sé, Eduardo Odloak, afirma que vai apurar o procedimento (leia mais).

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