Braço direito de Geddel vai depor à PF por fraude em licitação

Braço direito do ex-ministro Geddel Vieira Lima na Secretaria de Governo, o também baiano Leonardo Américo Silveira (à esquerda na foto) teve expedido contra ele nesta sexta-feira um mandado de condução coercitiva pela Polícia Federal em Salvador; a Operação Vigilante apura fraudes em licitações para o transporte escolar em Malhada das Pedras, município do sudoeste baiano; o mandado não foi cumprido porque Américo está viajando, na cidade de Petrólolis (RJ); ele informou que se apresentará na segunda-feira (28) na sede da PF em Salvador; Américo é companheiro de longa data de Geddel e de seu irmão Lúcio Vieira Lima

Braço direito do ex-ministro Geddel Vieira Lima na Secretaria de Governo, o também baiano Leonardo Américo Silveira (à esquerda na foto) teve expedido contra ele nesta sexta-feira um mandado de condução coercitiva pela Polícia Federal em Salvador; a Operação Vigilante apura fraudes em licitações para o transporte escolar em Malhada das Pedras, município do sudoeste baiano; o mandado não foi cumprido porque Américo está viajando, na cidade de Petrólolis (RJ); ele informou que se apresentará na segunda-feira (28) na sede da PF em Salvador; Américo é companheiro de longa data de Geddel e de seu irmão Lúcio Vieira Lima
Braço direito do ex-ministro Geddel Vieira Lima na Secretaria de Governo, o também baiano Leonardo Américo Silveira (à esquerda na foto) teve expedido contra ele nesta sexta-feira um mandado de condução coercitiva pela Polícia Federal em Salvador; a Operação Vigilante apura fraudes em licitações para o transporte escolar em Malhada das Pedras, município do sudoeste baiano; o mandado não foi cumprido porque Américo está viajando, na cidade de Petrólolis (RJ); ele informou que se apresentará na segunda-feira (28) na sede da PF em Salvador; Américo é companheiro de longa data de Geddel e de seu irmão Lúcio Vieira Lima (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Braço direito do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) na Secretaria de Governo, o também baiano Leonardo Américo Silveira de Oliveira teve expedido contra ele nesta sexta-feira (25) um mandado de condução coercitiva pela Polícia Federal em Salvador. Fruto de parceira entre a Polícia Federal e o Ministério da Transparência, a Operação Vigilante apura fraudes em licitações para o transporte escolar em Malhada das Pedras, município do sudoeste baiano a 690 km de Salvador.

O mandado não chegou a ser cumprido porque Américo está viajando, na cidade de Petrólolis (RJ). Ele informou que se apresentará na segunda-feira (28) na sede da PF em Salvador, de acordo com a Folha de São Paulo.

Leonardo Américo é companheiro de longa data de Geddel e de seu irmão Lúcio Vieira Lima (deputado federal), visto com frequência na casa dos peemedebistas e na sede do PMDB na capital baiana. Ele ocupa desde de 29 de junho deste ano um dos cargos mais importantes da Secretaria de Governo, a subchefia de Assuntos Federativos da Presidência, responsável pela relação com prefeitos. Ele faz parte do diretório do PMDB na Bahia e foi indicado por Geddel para o cargo.

Ele é dono da empresa Serbem Serviços e Locações, que prestou serviços de transporte escolar em Malhada nas Pedras, num contrato de R$ 1 milhão, entre março e junho deste ano. O contrato foi encerrado pouco antes de ele assumir o cargo no governo Temer.

"Temos farto material que aponta para um superfaturamento dos contratos e direcionamento nas licitações", afirma o delegado da Polícia Federal em Vitória da Conquista, Rodrigo Kolbe.

Na operação, a Polícia Federal cumpriu dois mandados de prisão temporária, dois de prisão preventiva, oito conduções coercitivas e 15 mandados de busca e apreensão. Noventa agentes participam da operação.

Os mandados foram cumpridos em Malhada das Pedras, Salvador, Itagibá, Alagoinhas e São José do Jacuípe.

A investigação aponta para um suposto direcionamento de licitação e superfaturamento do contrato por meio da adulteração da quilometragem de linhas percorridas pelos ônibus escolares.

Segundo apuração do Ministério da Transparência, o valor da quilometragem cobrado era mais que o dobro da distância real percorrida.

Os contratos também apontavam pagamentos relativos a serviços de transporte para 22 dias letivos todos os meses, inclusive no período de férias. O esquema teria gerado prejuízos de R$ 3 milhões.

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