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Braga quer privatizar a Celg ainda este ano

Distribuidora goiana de energia é a prioridade de 2015 no plano de privatização do Ministério de Minas e Energia, que deverá ser concluída no quarto trimestre; afirmação é do ministro Eduardo Braga, ao confirmar que o governo federal vai focar na venda de empresas que operam em mercados rentáveis; as declarações da Braga coincidem com o desejo do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), de privatizar a companhia ainda este ano; com dificuldades financeiras, o governo estadual pretende reforçar o caixa do Tesouro com a venda de sua participação de 49% na distribuidora; empresa valeria até R$ 8 bilhões

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Distribuidora goiana de energia é a prioridade de 2015 no plano de privatização do Ministério de Minas e Energia, que deverá ser concluída no quarto trimestre; afirmação é do ministro Eduardo Braga, ao confirmar que o governo federal vai focar na venda de empresas que operam em mercados rentáveis; as declarações da Braga coincidem com o desejo do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), de privatizar a companhia ainda este ano; com dificuldades financeiras, o governo estadual pretende reforçar o caixa do Tesouro com a venda de sua participação de 49% na distribuidora; empresa valeria até R$ 8 bilhões (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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247 - A venda da Celg-D é a prioridade de 2015 no plano de privatização do Ministério de Minas e Energia e deverá ser concluída no quarto trimestre. A afirmação é do ministro Eduardo Braga. Segundo ele, o foco é vender as empresas que operam em mercados rentáveis. No caso da Celg, o governo não pretende manter participações minoritárias, mas "cada caso é um caso", afirmou Braga. O ministro não informou quais são as próximas empresas na fila para serem vendidas. Braga falou sobre as privatizações no setor elétrico em entrevista coletiva após participar da abertura do Encontro Nacional dos Agentes do Setor Elétrico (Enase 2015), no Rio de Janeiro.

As declarações do ministro coincidem com o desejo do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). O governo goiano detém 49% das ações da companhia (a Eletrobras possui perto de 51%) e vê na venda da companhia a possibilidade de fazer caixa para enfrentar dificuldades financeiras. A expectativa do governador tucano é de que a venda da companhia possa render entre R$ 6 bilhões e R$ 8 bilhões. O Estado ficaria com a fração correspondente à sua participação acionária na empresa.

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