Brasil não tem estratégia de combate ao tráfico, diz Camilo

Em entrevista concedida nesta terça-feira (20), no Palácio da Abolição, o governador Camilo Santana (PT) voltou responsabilizar o Governo Federal pelo combate ao crime organizado e disse que o País não tem estratégias definidas para o controle do tráfico de drogas. “Estamos vivendo um momento no Brasil de um tráfico de drogas e facções criminosas que começaram no Rio de Janeiro e São Paulo e se instalaram em todo o País. (…) O Brasil não tem um plano, uma estratégia, não tem definidas suas ações. Nós não produzimos droga, não produzimos arma, elas entram no País”, declarou

Em entrevista concedida nesta terça-feira (20), no Palácio da Abolição, o governador Camilo Santana (PT) voltou responsabilizar o Governo Federal pelo combate ao crime organizado e disse que o País não tem estratégias definidas para o controle do tráfico de drogas. “Estamos vivendo um momento no Brasil de um tráfico de drogas e facções criminosas que começaram no Rio de Janeiro e São Paulo e se instalaram em todo o País. (…) O Brasil não tem um plano, uma estratégia, não tem definidas suas ações. Nós não produzimos droga, não produzimos arma, elas entram no País”, declarou
Em entrevista concedida nesta terça-feira (20), no Palácio da Abolição, o governador Camilo Santana (PT) voltou responsabilizar o Governo Federal pelo combate ao crime organizado e disse que o País não tem estratégias definidas para o controle do tráfico de drogas. “Estamos vivendo um momento no Brasil de um tráfico de drogas e facções criminosas que começaram no Rio de Janeiro e São Paulo e se instalaram em todo o País. (…) O Brasil não tem um plano, uma estratégia, não tem definidas suas ações. Nós não produzimos droga, não produzimos arma, elas entram no País”, declarou (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - Para o governador Camilo Santana (PT), a força-tarefa enviada pelo Governo Federal ao Ceará deverá apontar a real necessidade do efetivo para a repressão do crime organizado no Estado. Em entrevista concedida nesta terça-feira (20), no Palácio da Abolição, o chefe do Executivo voltou a responsabilizar a gestão nacional pelo combate ao crime organizado e disse que o País não tem estratégias definidas para o controle do tráfico de drogas. 

"Tenho colocado que é uma questão nacional, constitucional. Estamos vivendo um momento no Brasil de um tráfico de drogas e facções criminosas que começaram no Rio de Janeiro e São Paulo e se instalaram em todo o País", afirmou. "Havia necessidade do governo federal assumir seu papel". 

"O Brasil não tem um plano, uma estratégia, não tem definidas suas ações. Nós não produzimos droga, não produzimos arma, elas entram no País. Temos estrutura de Polícia Federal que não atende às demandas. É preciso fortalecer a Polícia Federal, as fronteiras", apontou. 

(Com informações do jornal O Povo)

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