Brasil pós-golpe corta até vacinação de bebês

Em meio a surtos extemporâneos de febre amarela, malária, dengue e outras epidemias de grave impacto, o golpe proporcionou um esfacelamento inédito nos programas de vacinação do governo outrora referências internacionais; a cobertura de vacinação de bebês e crianças atingiu seu nível mais baixo em 16 anos

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temer meirelles (Foto: Gustavo Conde)


247 – Em meio a surtos extemporâneos de febre amarela, malária, dengue e outras epidemias de grave impacto, o golpe proporcionou um esfacelamento inédito nos programas de vacinação do governo outrora referências internacionais. A cobertura de vacinação de bebês e crianças atingiu seu nível mais baixo em 16 anos.

“Em meio ao alerta sobre o risco de retorno de doenças quase esquecidas, os índices de coberturas vacinais de bebês e crianças tiveram nova queda em 2017 e já atingem o nível mais baixo do país em ao menos 16 anos. Pela primeira vez no período, todas as vacinas indicadas a menores de um ano ficaram abaixo da meta do Ministério da Saúde, que prevê imunização de 95% deste público. A maioria tem agora índices entre 70,7% e 83,9% —a exceção é a BCG, ofertada nas maternidades, com 91,4%.

Os dados são do PNI (Programa Nacional de Imunizações), estratégia reconhecida internacionalmente pelo sucesso no controle de doenças no país. Até o ano passado, o ministério afirmava que ainda era cedo para verificar uma tendência de queda na vacinação. Agora, o governo federal já admite o problema. Entre as vacinas com redução na cobertura estão aquelas que protegem contra poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola, difteria, varicela, rotavírus e meningite. "São os menores níveis já registrados", disse à Folha a coordenadora do programa, Carla Domingues. A pasta informou dados desde 2002. "A partir de 2015, vimos uma estabilidade e uma pequena redução. Mas em 2017 tivemos uma queda ainda mais forte."

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