Caem 10 dos 12 indicadores de crimes monitorados pela Sesp

Os índices de 10 dos 12 crimes monitorados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Observatório de Segurança Pública Cidadã (OSPC) do Governo de Minas Gerais, apresentam queda quando comparados os dados de janeiro a julho de 2017 e o mesmo período em 2016; roubo, homicídio e estupro são alguns dos crimes que apresentaram redução de 9,15%, 5,35% e 5,20% respectivamente; no caso dos roubos, o índice representa uma diminuição de 7.015 ocorrências no Estado no período comparado. A reversão na curva dos índices de roubo em Minas é perceptível desde fevereiro de 2016

Os índices de 10 dos 12 crimes monitorados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Observatório de Segurança Pública Cidadã (OSPC) do Governo de Minas Gerais, apresentam queda quando comparados os dados de janeiro a julho de 2017 e o mesmo período em 2016; roubo, homicídio e estupro são alguns dos crimes que apresentaram redução de 9,15%, 5,35% e 5,20% respectivamente; no caso dos roubos, o índice representa uma diminuição de 7.015 ocorrências no Estado no período comparado. A reversão na curva dos índices de roubo em Minas é perceptível desde fevereiro de 2016
Os índices de 10 dos 12 crimes monitorados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Observatório de Segurança Pública Cidadã (OSPC) do Governo de Minas Gerais, apresentam queda quando comparados os dados de janeiro a julho de 2017 e o mesmo período em 2016; roubo, homicídio e estupro são alguns dos crimes que apresentaram redução de 9,15%, 5,35% e 5,20% respectivamente; no caso dos roubos, o índice representa uma diminuição de 7.015 ocorrências no Estado no período comparado. A reversão na curva dos índices de roubo em Minas é perceptível desde fevereiro de 2016 (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Os índices de 10 dos 12 crimes monitorados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Observatório de Segurança Pública Cidadã (OSPC) do Governo de Minas Gerais, apresentam queda quando comparados os dados de janeiro a julho de 2017 e o mesmo período em 2016. Roubo, homicídio e estupro são alguns dos crimes que apresentaram redução de 9,15%, 5,35% e 5,20% respectivamente. No caso dos roubos, o índice representa uma diminuição de 7.015 ocorrências no Estado no período comparado. A reversão na curva dos índices de roubo em Minas é perceptível desde fevereiro de 2016.

Quando analisados os números de homicídio consumado, a redução de 5,35% representa 128 vítimas a menos e, no caso de estupros, são 43 ocorrências reduzidas. Os dados de homicídio tentado também apresentam queda significativa: há uma variação de 14,65% para menos, o que representa uma redução de 430 ocorrências no Estado no período comparado.

Outros crimes contra o patrimônio, como furto e extorsão mediante sequestro, também apresentam expressiva queda, com destaque para a diminuição na casa dos 46% da extorsão mediante sequestro no Estado no período janeiro a julho deste ano. Em coletiva de imprensa realizada no início de agosto, em que foram divulgados os dados de criminalidade do semestre, os dados já apontavam queda nos índices.

Capital

Em Belo Horizonte a queda foi constatada em oito dos 12 crimes monitorados, com destaque para a redução de 50% dos registros de extorsão mediante sequestro, 42,68% de extorsão consumada, 26,67% dos sequestros e cárceres privados, 23,44% dos registros de homicídio tentado e 14,95% das vítimas de homicídio consumado. Crescem, contudo, estupro de vulnerável consumado e tentado, estupro consumado e lesão corporal consumada (veja o quadro a seguir).

Para o secretário de Estado de Segurança Pública, Sérgio Barboza Menezes, a queda nos índices é resultado do trabalho de três vertentes: apoio do governo ao Sistema de Defesa Social, integração das forças de segurança e gestão operacional convergente. “Incrementamos o número de homens e mulheres nas ruas, o quantitativo de viaturas das duas polícias e estamos fazendo gestão focada em prevenção à criminalidade e integração do sistema de segurança”, avaliou o secretário.

Produtividade policial

Os números de produtividade policial também são positivos. Houve um aumento de 28,4% nas ocorrências de apreensão de drogas: de janeiro a julho de 2016 foram 3.982 ocorrências e no mesmo período deste ano foram 5.112. Houve um crescimento do número de armas apreendidas: de 1.445 para 1.610, representando aumento de 11,4% no índice. O número de indivíduos conduzidos também apresentou crescimento de 7,2%. De janeiro a julho de 2016 foram 22.983 conduções e no mesmo período deste ano foram 24.633.

*Com assessoria

 

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