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Cai número de infrações no Carnaval do Recife

Enquanto que em 2007, antes do juizado do folião ser criado, foram registradas 357 Termos Circunstanciado de Ocorrência (TCOs) durante o desfile do Galo da Madrugada, de 2008 a 2013, este número caiu para 169 TCOs; ou seja, a quantidade de ocorrências foi menos da metade do que as verificadas há sete anos; em 2014, o número de ocorrências cravou 17 nos dois Polos do Juizado do Folião, o que representou um declínio de 19% em comparação com o ano passado 

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Enquanto que em 2007, antes do juizado do folião ser criado, foram registradas 357 Termos Circunstanciado de Ocorrência (TCOs) durante o desfile do Galo da Madrugada, de 2008 a 2013, este número caiu para 169 TCOs; ou seja, a quantidade de ocorrências foi menos da metade do que as verificadas há sete anos; em 2014, o número de ocorrências cravou 17 nos dois Polos do Juizado do Folião, o que representou um declínio de 19% em comparação com o ano passado  (Foto: Leonardo Lucena)
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Pernambuco 247 – O Carnaval 2014 foi uma folia de paz para os pernambucanos. Enquanto que em 2007, antes do juizado ser criado, foram registradas 357 Termos Circunstanciado de Ocorrência (TCOs) durante o desfile do Galo da Madrugada, de 2008 a 2013, este número caiu para 169 TCOs, com 258 pessoas envolvidas. Ou seja, a quantidade de ocorrências foi menos da metade do que as verificadas há sete anos. Em 2014, o número de TCOs cravou 17 - e 24 envolvidos - nos dois Polos do Juizado do Folião, o que representou um declínio de 19% no comparativo com o ano passado em relação às infrações.

Nos últimos cinco anos, sem contar 2014, o ano de 2008 foi o que registrou a maior quantidade de TCOs e infratores, sendo 51 e 68, respectivamente. Em seguida, vem 2009, com 44 TCOs. Na terceira posição está 2011 (26 ocorrências), 2012 (18), em quarto, 2013 (21), em quinto, e 2010 (9).

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Criado em 2008, pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), o juizado do folião é uma força tarefa que reúne dez órgãos: o próprio MP, o Tribunal de Justiça, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Defensoria Pública, o Instituto de Identificação Tavares Buril, Unidades do Instituto Médico Legal (IML), do Instituto de criminalística, e as polícias Militar e Civil e bombeiros.
A fundação do juizado foi consequência dos altos índices de ocorrências policiais registradas no desfile do Galo, que sempre ocorre no sábado, em Recife (PE).

Quem for flagrado em crimes no desfile do Galo é encaminhado pela Polícia Militar ao juizado. Se houver não aceitação de acordo no local ou reincidências de crimes, as pessoas infratoras são levadas para os Juizados Especiais Criminais, e denunciadas pelo MP com o objetivo de responder a ação penal.

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