Caiado agora prevê 'convulsão social' no país

Senador comentou sobre a manutenção de um índice recorde de rejeição (70%) por parte da população com a presidente Dilma Rousseff; ele afirma que o governo está totalmente deteriorado e sem a menor capacidade de apresentar qualquer projeto que tenha credibilidade com a população brasileira; "Tanto do ponto de vista das provas jurídicas, quanto do ponto de vista da população, já temos argumentos suficientes para que o processo de impeachment já tivesse sido apreciado", disse; para Caiado, à medida em que Câmara e Senado não atendem aos anseios dos brasileiros, amplia-se a crise política e a descrença do país com a política nacional

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caiado (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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Goiás 247 - O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), comentou a manutenção de um índice recorde de rejeição por parte da população com a presidente Dilma Rousseff e o governo federal. Recente pesquisa CNT/MDA divulgada na última terça-feira (27) revelou que a reprovação ao Governo Dilma segue em 70%, a mais alta já registrada para um chefe de Estado brasileiro. Ele aponta que os números estão em consonância com o que é sentido nas ruas do país.

"É uma comprovação daquilo que nós sentimos no dia a dia: um governo totalmente deteriorado, sem a menor capacidade de apresentar qualquer projeto que tenha credibilidade com a população brasileira. Estamos caminhando para o primeiro ano de um governo que não governa e só tem levado o Brasil para um quadro grave de convulsão social", alertou Caiado.

O democrata se refere à insatisfação de maior parte da população com o governo. De acordo com ele, essa insatisfação agora passa para o Congresso Nacional diante do impasse em relação ao processo de impeachment da presidente. Para Caiado, à medida em que Câmara e Senado não atendem aos anseios dos brasileiros, amplia-se a crise política e a descrença do país com a política nacional.

"Tanto do ponto de vista das provas jurídicas, quanto do ponto de vista da população, já temos argumentos suficientes para que o processo de impeachment já tivesse sido apreciado. Só não aconteceu por articulações de 'toma lá, dá cá' e ameaças de um lado contra outro. A presidente finge que nada está acontecendo. A Câmara dos Deputados procrastina de acordo com a vontade do presidente. Passou a ser um jogo muito mais de interesse pessoal do que realmente o interesse do país e da sociedade brasileira", comentou Caiado.

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