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Câmara de BH vive impasse

Os vereadores não conseguiram, mais uma vez, entrar em acordo para definir uma pauta comum para a votação; após um bate-boca entre governistas e oposição a reunião terminou por falta de quórum; o prefeito Márcio Lacerda (PSB) quer até o próximo ano a retirada de cinco propostas de pauta consideradas polêmicas; uma das proposições refere-se aos estacionamentos subterrâneos, que deixa nas mãos da iniciativa privada a gestão do rotativo, além de criar um centro de convenções na capital mineira

Os vereadores não conseguiram, mais uma vez, entrar em acordo para definir uma pauta comum para a votação; após um bate-boca entre governistas e oposição a reunião terminou por falta de quórum; o prefeito Márcio Lacerda (PSB) quer até o próximo ano a retirada de cinco propostas de pauta consideradas polêmicas; uma das proposições refere-se aos estacionamentos subterrâneos, que deixa nas mãos da iniciativa privada a gestão do rotativo, além de criar um centro de convenções na capital mineira (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Os vereadores de Belo Horizonte não conseguiram, mais uma vez, entrar em acordo para definir uma pauta comum para a votação. Após um bate-boca entre governistas e oposição, nesta quinta-feira (13), a reunião terminou por falta de quórum. O prefeito Márcio Lacerda (PSB) quer até o próximo ano a retirada de cinco propostas de pauta consideradas polêmicas.

Uma das proposições refere-se aos estacionamentos subterrâneos, que deixa nas mãos da iniciativa privada a gestão do rotativo, além de criar um centro de convenções na capital mineira.

Para o vereador Arnaldo Godoy (PT), a posição de Lacerda significa um encerramento do diálogo com dos parlamentares com o prefeito. "Colocamos essa negociação durante reunião dos líderes e concordamos em limpar a pauta, apreciar os vetos e discutir os projetos para que a Casa andasse. Essas matérias podem ficar para o próximo ano, mas o governo foi irredutível. O impasse está criado", disse.

Por sua vez, o líder do governo, vereador Preto (DEM), afirmou que a estratégia da base aliada é mostrar que a "oposição está contra a população". "O prefeito disse que o PT não pode determinar a pauta de votação. Os projetos que o governo quer que sejam votados são importantes para a cidade. Temos que deixar claro quem não quer que a Câmara ande", acrescentou.

Conforme reportagem do jornal O TEMPO, a Câmara Municipal produziu 61% a menos do que no ano passado. Em 2013, foram votadas 176 matérias enquanto que desde o início de 2014 foram 68 projetos.

Outros três projetos ainda mais polêmicos devem ser encaminhados pelo Executivo até outubro. Entre eles o que trata da reforma administrativa na prefeitura e o Orçamento para 2015.

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