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Câmara encerra campanha com tom emocional

O último ato de campanha de rua do candidato ao Governo do Estado pelo PSB, Paulo Câmara, realizado nesta quinta-feira (2), no Recife, foi marcado pelo tom emocional; na ocasião, Câmara, que lidera as pesquisas de intenção de voto, disse que não havia se preparado para governar o Estado sem ter Eduardo Campos ao seu lado; o ex-governador e padrinho político do socialista morreu em um acidente aéreo no dia 13 de agosto, em Santos (SP); a ex-primeira dama e viúva de Campos, Renata Campos, e os filhos também participam do ato político

O último ato de campanha de rua do candidato ao Governo do Estado pelo PSB, Paulo Câmara, realizado nesta quinta-feira (2), no Recife, foi marcado pelo tom emocional; na ocasião, Câmara, que lidera as pesquisas de intenção de voto, disse que não havia se preparado para governar o Estado sem ter Eduardo Campos ao seu lado; o ex-governador e padrinho político do socialista morreu em um acidente aéreo no dia 13 de agosto, em Santos (SP); a ex-primeira dama e viúva de Campos, Renata Campos, e os filhos também participam do ato político (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O último ato de campanha de rua do candidato ao Governo do Estado pelo PSB, Paulo Câmara, realizado nesta quinta-feira (2), no Recife, foi marcado pelo tom emocional. Na ocasião, Câmara, que lidera as pesquisas de intenção de voto, disse que não havia se preparado para governar o Estado sem ter Eduardo Campos ao seu lado. O ex-governador e padrinho político do socialista morreu em um acidente aéreo no dia 13 de agosto, em Santos (SP). A ex-primeira dama e viúva de Campos, Renata Campos, e os filhos também participam do ato político.

"Eu não tinha me preparado para governar Pernambuco sem ter Eduardo ao meu lado. E agora eu vou me preparar para governar Pernambuco sem ter Eduardo ao meu lado, mas vou fazer o que ele sempre queria que eu fizesse. Substituísse ele e fazer com que os compromissos do povo fossem honrados", disse Câmara.

A única participação da família Campos nos discursos foi feita por Pedro, que estava ao lado da mãe, Renata, e do irmão João. "É uma alegria e responsabilidade falar aqui porque sei que quem queria estar aqui era o meu pai. Esse ano foi sofrido porque eu perdi meu pai e essa frente [coligação da Frente Popular de Pernambuco] perdeu um líder. Mas ele deixou a casa arrumada", disse o jovem.