Campanha nas redes sociais alerta contra assédio no carnaval do Recife

“Sereia, unicórnio, colombina, odalisca, mulher maravilha. São só fantasias, não convites”; esta é uma das frases do Pequeno Manual Prático de Como Não ser um Babaca no Carnaval, campanha da prefeitura do Recife contra o assédio a mulheres nos festejos de Momo, lançada nas redes sociais; este é o segundo ano consecutivo da campanha (“edição 2, para os que ainda não entenderam”, diz a peça publicitária), que usa gírias regionais e ironia para indicar casos em que o assédio é configurado

“Sereia, unicórnio, colombina, odalisca, mulher maravilha. São só fantasias, não convites”; esta é uma das frases do Pequeno Manual Prático de Como Não ser um Babaca no Carnaval, campanha da prefeitura do Recife contra o assédio a mulheres nos festejos de Momo, lançada nas redes sociais; este é o segundo ano consecutivo da campanha (“edição 2, para os que ainda não entenderam”, diz a peça publicitária), que usa gírias regionais e ironia para indicar casos em que o assédio é configurado
“Sereia, unicórnio, colombina, odalisca, mulher maravilha. São só fantasias, não convites”; esta é uma das frases do Pequeno Manual Prático de Como Não ser um Babaca no Carnaval, campanha da prefeitura do Recife contra o assédio a mulheres nos festejos de Momo, lançada nas redes sociais; este é o segundo ano consecutivo da campanha (“edição 2, para os que ainda não entenderam”, diz a peça publicitária), que usa gírias regionais e ironia para indicar casos em que o assédio é configurado (Foto: Leonardo Lucena)

Sumaia Villela - Correspondente da Agência Brasil/ Rádio Nacional

“Sereia, unicórnio, colombina, odalisca, mulher maravilha. São só fantasias, não convites”. Esta é uma das frases do Pequeno Manual Prático de Como Não ser um Babaca no Carnaval, campanha da prefeitura do Recife contra o assédio a mulheres nos festejos de Momo, lançada nessa quinta-feira (23) nas redes sociais.

Este é o segundo ano consecutivo da campanha (“edição 2, para os que ainda não entenderam”, diz a peça publicitária), que usa gírias regionais e ironia para indicar casos em que o assédio é configurado. “Em português, não também é conhecido como: não”, diz uma das páginas; “Não arrete, não! Deixa a boyzinha na dela”, avisa outra.

Várias frases fazem referência ao consumo de álcool no carnaval, indicando que esta não é uma justificativa para o abuso – nem se o bêbado for o acusado, tampouco se for a vítima. “Ela tá beba doida? Ofereça ajuda, não se aproveite. Sexo sem consentimento é estupro. Estupro é crime”, afirma o manual. A campanha está recebendo muitos elogios na página oficial do Carnaval do Recife. Já são mais de 5 mil curtidas e 21,7 mil compartilhamentos.  

O manual termina informando o telefone da Central da Mulher, 0800 281 0107. O serviço oferece orientação e atendimento a mulheres que estão em situação de violência. A central fica na Rua do Observatório e conta com uma equipe multiprofissional que inclui advogada e psicóloga.

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