Campos: estratégia é bater em Dilma, não em Lula

Governador de Pernambuco, Eduardo Campos encontrou o ponto central da sua estratégia nesta primeira fase de pré-campanha presidencial; o mote é ser o mais ácido possível nas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff e ao mesmo tempo poupar os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso (PSDB). De acordo com o jornalista Josias de Souza, a expectativa é de que esta equação consiga quebrar a polarização PT-PSDB que tem marcado as últimas eleições

Governador de Pernambuco, Eduardo Campos encontrou o ponto central da sua estratégia nesta primeira fase de pré-campanha presidencial; o mote é ser o mais ácido possível nas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff e ao mesmo tempo poupar os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso (PSDB). De acordo com o jornalista Josias de Souza, a expectativa é de que esta equação consiga quebrar a polarização PT-PSDB que tem marcado as últimas eleições
Governador de Pernambuco, Eduardo Campos encontrou o ponto central da sua estratégia nesta primeira fase de pré-campanha presidencial; o mote é ser o mais ácido possível nas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff e ao mesmo tempo poupar os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso (PSDB). De acordo com o jornalista Josias de Souza, a expectativa é de que esta equação consiga quebrar a polarização PT-PSDB que tem marcado as últimas eleições (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), encontrou o ponto central da sua estratégia nesta primeira fase de pré-campanha presidencial. O mote é ser o mais ácido possível nas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT) ao mesmo tempo em que poupa os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSB). De acordo com o jornalista Josias de Souza, a expectativa é de que esta equação consiga quebrar a polarização PT-PSDB que tem marcado as últimas eleições à Presidência da República.

E a máquina já está em curso, segundo o jornalista. Enquanto o PT tenta passar a imagem de que Dilma é uma gestora técnica e eficiente, Campos afirma que “ela não deu conta de melhorar o País” e ainda coloca em risco as conquistas econômicas e sociais obtidas nos últimos anos.

A estratégia teria sido aprovada após a realização de pesquisas qualitativas apontariam que o eleitorado estaria preocupado com as perspectivas futuras, além e desejar mudanças e possuir pouco conhecimento nos nomes que possam se sobressair em um enfrentamento a Dilma. Estaria aí as razões das críticas cada vez mais duras contra a presidente.

Confira aqui o post de Josias de Souza sobre o assunto.

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