Campos saúda Eliana Calmon e afaga Lula

Um dia após a ex-ministra do STJ Eliana Calmon ter se filiado do PSB, o governador de Pernambuco e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Eduardo Campos, disse que Eliana representa para o partido "a possibilidade de a gente oxigenar e melhorar a política pelo respeito que a gente tem pela política"; mostrando não ser anti-PT, Campos mencionou novamente o ex-presidente Lula, que, segundo o gestor, representou a chegada do "primeiro filho do povo brasileiro à presidência da República"  

Um dia após a ex-ministra do STJ Eliana Calmon ter se filiado do PSB, o governador de Pernambuco e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Eduardo Campos, disse que Eliana representa para o partido "a possibilidade de a gente oxigenar e melhorar a política pelo respeito que a gente tem pela política"; mostrando não ser anti-PT, Campos mencionou novamente o ex-presidente Lula, que, segundo o gestor, representou a chegada do "primeiro filho do povo brasileiro à presidência da República"
 
Um dia após a ex-ministra do STJ Eliana Calmon ter se filiado do PSB, o governador de Pernambuco e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Eduardo Campos, disse que Eliana representa para o partido "a possibilidade de a gente oxigenar e melhorar a política pelo respeito que a gente tem pela política"; mostrando não ser anti-PT, Campos mencionou novamente o ex-presidente Lula, que, segundo o gestor, representou a chegada do "primeiro filho do povo brasileiro à presidência da República"   (Foto: Leonardo Lucena)
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Pernambuco 247 – Um dia após a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon ter se filiado ao PSB, o governador de Pernambuco e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Eduardo Campos, presidente nacional da legenda socialista, voltou a empregar o discurso da nova política e citou ex-ministra como exemplo. De acordo com o gestor, Eliana representa para o PSB "a possibilidade de a gente oxigenar e melhorar a política pelo respeito que a gente tem pela política". Mostrando não ser anti-PT, Campos mencionou novamente o ex-presidente Lula e afirmou que a política precisa de inovação como foi a chegada do "primeiro filho do povo brasileiro à presidência da República".

"Todo mundo sabe que, para melhorar o Brasil, vamos precisar melhorar a política, porque é ela que vai tomar as decisões sobre o futuro do Brasil. Como vai melhorar a política econômica? como vai melhorar a política educacional? como vai melhorar o SUS? Como faz isso? Isso vai passar por decisões políticas", declarou o governador em entrevista ao Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. "Como melhora a política? É trazendo jovens, trazendo artistas, intelectuais, servidores públicos, pessoas que acumularam experiências, como Eliana Calmon".

Campos tem insistido em bater o martelo sobre a nova política, que será um dos principais motes do seu discurso na campanha eleitoral de 2014. O que também chama a atenção são as constantes menções ao ex-presidente Lula feitas pelo governador. Dessa maneira, o chefe do Executivo pernambucano tenta mostrar que não é contra outras forças políticas – neste caso, o PT -, mas sim, contra a forma de governar da presidente Dilma Rousseff (PT).

"Você acha que o velho arranjo do presidencialismo de coalizão, dos 39 ministérios, de todo aquele conjunto que cerca ali e muitas vezes eu acho que até constrange a presidente vai apresentar algo de inovador, como foi inovador a luta pelas diretas, pelo impeachment, como foi inovador a chegada do primeiro filho do povo brasileiro à presidência da república?", questionou Campos.

Após lançar candidatos em cidades importantes, como Recife (PE), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE), na eleição de 2012, onde o PT também tinha candidato, Campos passou a ser taxado de traidor. Para o governador, "este discurso de mágoa, de raiva, de ressentimento" nunca foi a sua praia e "já foi testado e derrotado na eleição de 2012".

"Quem derrotou este discurso foi a nossa capital Recife, que, de forma clara, colocou esta questão", disse Campos, referindo-se à vitória do ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico Geraldo Júlio para prefeito do Recife. "Cada um faz o discurso que entende que deve fazer", complementou.

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