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Campos se diz candidato contra os "poderosos"

"A força do povo é muito maior do que os poderosos podem imaginar", disse o pré-candidato pelo PSB; segundo Eduardo Campos, quando se sabe dialogar e tem fé, "a gente remove as montanhas, os palácios, o poder do dinheiro, da arrogância daqueles que acham que compram tudo"; ele também se esquivou de justificar a indicação para a vice do PSDB em São Paulo, aliança que contraria o slogan de "nova política" adotado pelo pessebista; "Não queremos ser donos da verdade, para quem só presta quem é filiado ao nosso partido"

"A força do povo é muito maior do que os poderosos podem imaginar", disse o pré-candidato pelo PSB; segundo Eduardo Campos, quando se sabe dialogar e tem fé, "a gente remove as montanhas, os palácios, o poder do dinheiro, da arrogância daqueles que acham que compram tudo"; ele também se esquivou de justificar a indicação para a vice do PSDB em São Paulo, aliança que contraria o slogan de "nova política" adotado pelo pessebista; "Não queremos ser donos da verdade, para quem só presta quem é filiado ao nosso partido" (Foto: Leonardo Lucena)
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Pernambuco 247 – O presidenciável pelo PSB, Eduardo Campos, endureceu as críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e se colocou como o postulante contra "os poderosos". "A força do povo é muito maior do que os poderosos podem imaginar", disse o ex-governador de Pernambuco, na convenção do seu partido em Alagoas. Em outro evento, Campos se esquivou de justificar a indicação para a vice do PSDB em São Paulo, aliança que contraria o slogan de "nova política" adotado pelo peessebista. "Não queremos ser donos da verdade, para quem só presta quem é filiado ao nosso partido".

Durante a convenção do PSB-AL, neste final de semana, Campos proferiu um discurso mais humanizado para criticar a presidente Dilma. "Quem tem fé como eu tenho, quem sabe dialogar com o povo como aprendi desde cedo, sabe que quando o coração do povo se enche de esperança, a fé comanda a sua atitude. A gente remove as montanhas, os palácios, o poder do dinheiro, da arrogância daqueles que acham que compram tudo", afirmou.

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Na tentativa de tirar votos da presidente Dilma no Nordeste, reduto eleitoral do PT, o ex-governador afirmou que o governo petista viu a seca, a maior dos últimos 50 anos, prejudicar os agricultores familiares "sem dar uma palavra". Segundo o presidenciável, a chefe do Executivo federal não atende às necessidades do Nordeste, reduto eleitoral do governo petista.

"Nunca o Nordeste foi tão importante na eleição de um presidente, como foi na eleição da presidente Dilma. E agora o Nordeste olha assim e vê obras inacabadas, promessas feitas que não foram realizadas", acrescentou.

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Campos apresentou-se como candidato que "não cria problemas, mas que resolve" e disse que os nordestinos são "currais eleitorais". De acordo com o ex-chefe do Executivo pernambucano, é preciso romper a "cerca" que "eles colocaram sobre nós", sem esclarecer para o eleitor quem seriam "eles". "Nós servimos para ser eleitor, mas não servimos para ser olhados e cuidados", disse.

Aliança com PSDB-SP

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Ainda no final de semana, em Caruaru, principal economia do Agreste pernambucano, o ex-governador explicou a aliança com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que terá como vice o deputado federal Márcio França (PSB). "Não temos partidos fortes o suficiente para termos candidatos competitivos", disse. "Também não queremos ser donos da verdade, para quem só presta quem é filiado ao nosso partido", complementou.

Além de ser contrária ao discurso cujo slogan "é nova política", a união com os tucanos em São Paulo, a aliança foi uma das principais discordâncias entre Campos e a ex-senadora Marina Silva, correligionária e vice do presidenciável. A ex-ministra já deixou claro que não subirá no palanque do PSB no maior colégio eleitoral do País (leia mais aqui).

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O presidenciável procurou das uma basta nas discussões acerca da aliança e disse que "esse debate sobre os palanques regionais se acabou". "Tanto eu quanto a Marina (Silva) temos dito que a gente vai governar com os melhores e nós podemos governar o Brasil com os melhores do PT, do PSDB, com os melhores que não têm partido", declarou.

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