“Cannabis é remédio”, diz Juninho Pernambucano

Revelação do Santos, o meia-atacante Diogo Vitor foi suspenso por ser flagrado com substâncias ligadas à cocaína, o que gerou um debate no SporTV; segundo o ex-jogador Juninho Pernambucano, o Brasil utiliza um discurso atrasado nestas questões; "Essa coisa da proibição não existe. Estão matando nos morros por causa de cannabis. A cannabis é remédio, achamos que é droga. Brasil é atrasado. Nós somos do avesso", disse

Revelação do Santos, o meia-atacante Diogo Vitor foi suspenso por ser flagrado com substâncias ligadas à cocaína, o que gerou um debate no SporTV; segundo o ex-jogador Juninho Pernambucano, o Brasil utiliza um discurso atrasado nestas questões; "Essa coisa da proibição não existe. Estão matando nos morros por causa de cannabis. A cannabis é remédio, achamos que é droga. Brasil é atrasado. Nós somos do avesso", disse
Revelação do Santos, o meia-atacante Diogo Vitor foi suspenso por ser flagrado com substâncias ligadas à cocaína, o que gerou um debate no SporTV; segundo o ex-jogador Juninho Pernambucano, o Brasil utiliza um discurso atrasado nestas questões; "Essa coisa da proibição não existe. Estão matando nos morros por causa de cannabis. A cannabis é remédio, achamos que é droga. Brasil é atrasado. Nós somos do avesso", disse (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Revelação do Santos, o meia-atacante Diogo Vitor foi suspenso por ser flagrado com substâncias ligadas à cocaína, o que gerou um debate no SporTV sobre o uso de drogas recreativas no esporte. De acordo com o ex-jogador Juninho Pernambucano, o Brasil utiliza um discurso atrasado nestas questões.

"Essa coisa da proibição não existe. Estão matando nos morros por causa de cannabis. A cannabis é remédio, achamos que é droga. Brasil é atrasado. Nós somos do avesso", disse.

Juninho ainda citou exemplos de antigos companheiros europeus para abordar a questão do alcoolismo. "Se você nasceu num país que te deu educação desde o princípio, como na Europa, é diferente. Na Europa, joguei com alcoólatra no meu time, mas a coisa é mais aberta, mais educativa", acrescentou.

Segundo o ex-jogador, falta de acompanhamento com os jovens nas categorias de base dos grandes clubes. "Tem médico viciado, jornalista viciado. A pressão na vida te faz buscar soluções às vezes. Às vezes a pressão que jovem consegue para conseguir se firmar não é humana. Ninguém é capaz, principalmente no Brasil [de aguentar]".

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