Capez atribui máfia a "nível hierárquico mais baixo"
Na tentativa de afastar o governo Alckmin do escândalo da máfia da merenda no Estado de S. Paulo, o deputado Fernando Capez (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, atribui o esquema a assessores; ele foi acusado por delatores da operação Alba Branca de receber propina em um contrato da cooperativa Coaf com a Secretaria Estadual da Educação para fornecimento de R$ 8,5 milhões em suco de laranja; “O que está me parecendo é que houve uma atuação num nível hierárquico menos elevado, com uso de nomes de pessoas, sem esse tipo de envolvimento [partidário]”, diz ele; além de Capez, o secretário estadual de Logística e de Transportes, Duarte Nogueira, também foi acusado
247 – Acusado por delatores da operação Alba Branca de receber propina em um contrato da cooperativa Coaf com a Secretaria Estadual da Educação para fornecimento de R$ 8,5 milhões em suco de laranja, o deputado Fernando Capez (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, atribui o esquema a assessores.
Na tentativa de isentar o governo Alckmin do esquema da máfia da merenda, ele diz: “O que está me parecendo é que houve uma atuação num nível hierárquico menos elevado, com uso de nomes de pessoas, sem esse tipo de envolvimento [partidário]”. Além de Capez, o secretário estadual de Logística e de Transportes, Duarte Nogueira, também foi acusado.
Em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, ele afirma ainda que pode estar sendo vítima de uma armação baseada em depoimentos frágeis e acusa a Associação do Ministério Público de criar "especulações mentirosas" de que sua mulher, que trabalha no Ministério Público, poderia favorecê-lo nas investigações (leia mais).