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Caso Adriano era armação

Vtima de tiro dentro do carro do jogador, Adriene Cyrilo, que acusava atacante pelo disparo,volta atrs e admite que arma detonou em suas mos

Caso Adriano era armação (Foto: FABIO MOTTA/AGÊNCIA ESTADO)
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247 com Agência Estado - Adriene Cyrilo, a jovem que acusava o jogador Adriano de atingir sua mão com um tiro na madrugada de sábado, voltou atrás e assumiu a autoria acidental do disparo. Depois de passar por acareação com o jogador e se recusar a acompanhar a reconstituição do caso na 16ª DP, a moça de 20 anos mudou o depoimento. "No final da acareação, ela decidiu recuar", disse o delegado Fernando Reis. "(Adriene) chorou muito e disse que estava arrependida. Disse que pegou a arma deliberamente e a arma detonou", completou.

Segundo o delegado, Adriano também chorou muito depois da confissão da jovem e se disse aliviado. Horas depois de ter deixado o Hospital Barra D'or, onde estava internada desde sábado por causa do tiro levado na mão esquerda, Adriene compareceu à delegacia localizada na Barra da Tijuca, onde o caso está sendo investigado. Além da vítima, Adriano e duas das três mulheres que ocupavam o carro no momento do disparo participaram da reconstituição, realizada no pátio da delegacia. Uma policial fez as vezes da garota que não compareceu à convocação.

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Adriene sustentava que Adriano estava no banco de trás do veículo, de onde, segundo a perícia, o tiro foi disparado. Enquanto isso, o atacante do Corinthians garantia que estava no banco do carona, ao lado do motorista, o tenente da reserva da PM Julio Cesar Barros de Oliveira, que é o dono da arma. Na reconstituição do caso, a porta traseira do carro do jogador sequer fechou quando ele sentou-se no banco de trás, junto com a vítima e outras duas mulheres.

A vítima foi a primeira a chegar à delegacia, mas não quis dar entrevistas. Adriano apareceu 45 minutos depois e também evitou a imprensa. Duas das outras três mulheres que ocupavam o carro na madrugada do último sábado também participaram da acareação. Uma delas, Andreia Ximenes, disse na entrada da 16ª DP: "Vim para provar a inocência de Adriano".

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Cada um foi, mais uma vez, ouvido separadamente. Depois, teve início o confronto de depoimentos. O delegado Fernando Reis, titular da 16ª DP e responsável pela investigação, coordenou a reconstituição do momento do disparo - a chuva adiou por pelo menos duas vezes o início do procedimento.

Antes da reconstituição, três peritos do Instituto de Criminalística Carlos Eboli (ICCE) tinham feito nova vistoria no carro do jogador e voltaram a afirmar que o tiro partiu do banco traseiro. Segundo eles, a arma, no momento do disparo, estava atrás do banco do motorista e o tiro - da pistola calibre 40 - partiu de baixo para cima, na direção da porta. A marca da bala, que não chegou a perfurar a lataria, ainda pode ser vista do lado de fora do veículo.

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Depois de admitir que mentiu, Adriene pode ser indiciada por denúncia e ação caluniosa.

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