Caso Boate Kiss: réu diz que é "uma das vítimas"

O ex-integrante da Banda Gurizada Fandangueira, Luciano Bonilha Leão, réu no processo criminal sobre o incêndio na Boate Kiss, que matou 242 pessoas em 27 de janeiro de 2013, prestou depoimento em Santa Maria (RS); o produtor foi quem entregou ao vocalista da banda, Marcelo de Jesus dos Santos, o artefato pirotécnico que deu início à tragédia, que deixou 630 pessoas feridas; "Eu também sou uma das vítimas. Fui arrastado lá de dentro e ajudei a tirar pessoas da boate", afirmou ele no Tribunal do Júri da cidade

O ex-integrante da Banda Gurizada Fandangueira, Luciano Bonilha Leão, réu no processo criminal sobre o incêndio na Boate Kiss, que matou 242 pessoas em 27 de janeiro de 2013, prestou depoimento em Santa Maria (RS); o produtor foi quem entregou ao vocalista da banda, Marcelo de Jesus dos Santos, o artefato pirotécnico que deu início à tragédia, que deixou 630 pessoas feridas; "Eu também sou uma das vítimas. Fui arrastado lá de dentro e ajudei a tirar pessoas da boate", afirmou ele no Tribunal do Júri da cidade
O ex-integrante da Banda Gurizada Fandangueira, Luciano Bonilha Leão, réu no processo criminal sobre o incêndio na Boate Kiss, que matou 242 pessoas em 27 de janeiro de 2013, prestou depoimento em Santa Maria (RS); o produtor foi quem entregou ao vocalista da banda, Marcelo de Jesus dos Santos, o artefato pirotécnico que deu início à tragédia, que deixou 630 pessoas feridas; "Eu também sou uma das vítimas. Fui arrastado lá de dentro e ajudei a tirar pessoas da boate", afirmou ele no Tribunal do Júri da cidade (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O ex-integrante da Banda Gurizada Fandangueira, Luciano Bonilha Leão, réu no processo criminal sobre o incêndio na Boate Kiss, que matou 242 pessoas em 27 de janeiro de 2013, prestou depoimento, nesta quarta-feira (25) em Santa Maria (RS). O produtor foi quem entregou ao vocalista da banda, Marcelo de Jesus dos Santos, o artefato pirotécnico que deu início à tragédia, que deixou 630 pessoas feridas.

"Eu também sou uma das vítimas. Fui arrastado lá de dentro e ajudei a tirar pessoas da boate", afirmou ele no Tribunal do Júri da cidade.

Este é o segundo depoimento.  Na terça-feira (24) foi a vez de Santos: "Vejo a dor de todo mundo aqui e gostaria de pedir perdão, se eu fiz alguma coisa errada. Nunca imaginei que poderia acontecer isso na minha vida", disse o ex-vocalista.

Ainda estão em andamento os processos criminais contra oito réus - quatro por homicídio doloso (quando há intenção de matar) e tentativa de homicídio, e os outros quatro por falso testemunho e fraude processual. Sete bombeiros também estão respondendo na Justiça Militar.

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