CDH vai investigar disparos contra sem terra em Minas

O deputado federal Paulão (PT-AL), que preside a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, anunciou que a ação dos jagunços que dispararam seus revólveres no interior de Minas Gerais contra um acampamento de sem terra, com mais de 300 pessoas, será investigada; para ele, a repressão e a criminalização dos movimentos sociais no País tem sido estimulada por setores do atual governo federal

O deputado federal Paulão (PT-AL), que preside a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, anunciou que a ação dos jagunços que dispararam seus revólveres no interior de Minas Gerais contra um acampamento de sem terra, com mais de 300 pessoas, será investigada; para ele, a repressão e a criminalização dos movimentos sociais no País tem sido estimulada por setores do atual governo federal
O deputado federal Paulão (PT-AL), que preside a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, anunciou que a ação dos jagunços que dispararam seus revólveres no interior de Minas Gerais contra um acampamento de sem terra, com mais de 300 pessoas, será investigada; para ele, a repressão e a criminalização dos movimentos sociais no País tem sido estimulada por setores do atual governo federal (Foto: Voney Malta)

Por eassim.net - A ação dos jagunços que dispararam seus revólveres no interior de Minas Gerais contra um acampamento de sem terra, com mais de 300 pessoas, será investigada pela Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, segundo anunciou o deputado federal Paulão (PT-AL), presidente da comissão. “Foi um atentado planejado para ser um massacre. O que sabemos até então é que quatro pessoas saíram gravemente feridas”, disse ele.

De acordo com o parlamentar, a repressão e a criminalização dos movimentos sociais no País tem sido estimulada por setores do atual governo federal e o episódio da manhã de domingo, 9, na fazenda Norte América, no município de Capitão Eneias, em Minas Gerais, é um reflexo dessa política de massacre do governo Temer.

O deputado disse ainda que é  preciso ressaltar que as graves violações de direitos humanos em conflitos fundiários já deram causa a duas condenações do Estado brasileiro perante à Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA. Bem como, disse Paulão, deu origem a relatórios da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, recomendando ao Estado a adoção de medidas que previnam conflitos fundiários com foco na realização da reforma agrária. “No entanto, as vítimas ligadas ao MST seguem sofrendo atentados”, disse o presidente da comissão.

Paulão disse repudiar  de forma veemente a omissão do Estado brasileiro e a prática de reiterados crimes contra os sem-terra e anuncio que, na condição de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, que determinei à assessoria técnica da CDHM a abertura de um procedimento para monitoramento das investigações, bem como o acompanhamento do tratamento aos feridos.

Por fim, informo que designei os deputados Padre João e Adelmo Carneiro Leão, membros da CDHM e do mesmo estado onde ocorreram os atentados, para acompanharem o caso e realizarem as averiguações iniciais.

 

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