Ceará registra 4.975 novos empregos em agosto

O emprego formal do Ceará registrou uma ampliação de 4.975 postos de trabalho em agosto, uma variação positiva de 0,43% em relação ao mês anterior.  Com o resultado, o Ceará ficou na terceira posição no ranking nacional, atrás somente de São Paulo (17.320 empregos) e Santa Catarina (6.130 empregos), de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)

O emprego formal do Ceará registrou uma ampliação de 4.975 postos de trabalho em agosto, uma variação positiva de 0,43% em relação ao mês anterior.  Com o resultado, o Ceará ficou na terceira posição no ranking nacional, atrás somente de São Paulo (17.320 empregos) e Santa Catarina (6.130 empregos), de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)
O emprego formal do Ceará registrou uma ampliação de 4.975 postos de trabalho em agosto, uma variação positiva de 0,43% em relação ao mês anterior.  Com o resultado, o Ceará ficou na terceira posição no ranking nacional, atrás somente de São Paulo (17.320 empregos) e Santa Catarina (6.130 empregos), de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - Em agosto, o emprego formal do Ceará registrou uma ampliação de 4.975 postos de trabalho, o equivalente à variação positiva de 0,43% em relação ao estoque do mês anterior. O incremento deve-se à diferença entre 36.440 admissões e 31.465 desligamentos registrados no período. Com o resultado, o Ceará ficou na terceira posição no ranking nacional, atrás somente de São Paulo (17.320 empregos) e Santa Catarina (6.130 empregos).

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Ainda segundo os números apresentados, o melhor resultado para o mês de agosto nos últimos três anos, houve geração de empregos em todos os setores da economia cearense, com destaque para serviços (1.702 empregos), indústria de transformação (976 empregos) e agropecuária (900 empregos).

No setor de serviços, o maior incremento foi nos subsetores de Administração de imóveis, valores mobiliários e serviços técnicos profissionais (944 empregos) e Ensino (892 empregos). Em relação à industria, o destaque ficou por conta da geração de vaga na indústria calçadista (839 empregos).

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