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Chama a Marta, Mano!

Camisa 10 da Seleo feminina cairia muito bem na equipe masculina que disputa a Copa Amrica. Lugar no time titular o que no falta

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Por Márcio Kroehn_247 – A camisa 10 da Seleção Brasileira, que já foi de Pelé, está bem representada. Marta joga com a mesma fome de drible que o Rei do futebol. Arranca com a bola dominada, finta as adversárias – com objetividade – e faz o gol. Para completar, ela ainda serve as companheiras e se posiciona no lugar certo para aproveitar o rebote. Foi assim na goleada por 3 a 0 contra a Noruega, na Copa do Mundo feminina. É exagero compará-la a Pelé? Não, desde que se olhe apenas o universo dela. Dentro do seu campo de atuação, Marta está muito à frente de qualquer outra jogadora, não é à toa que venceu cinco vezes seguidas o prêmio de melhor do mundo pela Fifa. E, com a apresentação melancólica do time masculino na estreia da Copa América, contra a fraca Venezuela, fica mais fácil dizer para Mano Menezes que é Marta e mais 10.

Há alguns anos, o Brasil golearia os venezuelanos sem dificuldade. Mas no jogo do último domingo, a renovada Seleção de Ramires, Ganso, Robinho, Pato e Neymar teve dificuldade para tocar a bola, driblar e chutar a gol. Eles pareciam ter se encontrado naquele momento, pois faltava, nitidamente, entrosamento. O nervosismo da estreia pode até servir de desculpa, afinal, Marta também esteve sumida em campo no primeiro jogo da Copa feminina, na vitória por 1 a 0 pela Austrália. O problema foi o desinteresse pela vitória e o jeito óbvio de jogar. Esses são os problemas sérios que fazem o torcedor pedir a camisa 10 da Seleção feminina.

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Ela teria espaço na Seleção masculina que disputa a Copa América? Pelo jogo de domingo, lugar é o que não falta para ela ocupar, no meio de campo e no ataque. Mas sempre fica a dúvida se uma jogadora poderia desenvolver a mesma qualidade em campo quando enfrenta o futebol masculino. Muitos dizem que não, pela desproporção dos corpos do homem e da mulher. E a Fifa proíbe equipes unissex em competições oficiais. Mas em um amistoso, quem sabe? Porque quando se fala de Marta não é difícil essas desvantagens físicas desaparecerem. Com a agilidade do drible, a rapidez no passe e a velocidade para a conclusão, ela saberia se desvencilhar da marcação pesada e deixar os marmanjos para trás. Fica a sugestão para, pelo menos, ela participar de um joguinho ao lado de Ganso, Neymar, Pato e companhia para ver como Marta se sairia. E como Paulo Henrique é um cavalheiro, deixaria a dama brasileira usar a 10. Chama a Marta, Mano!

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