Chuvas em Maceió superam previsão

Os últimos dez dias trouxeram o volume de chuva inesperado pela Defesa Civil de Maceió. A expectativa era de que a média ficasse em 200 mm, porém, de acordo com o coordenador do Centro de Gerenciamento de Emergência da Defesa Civil, Paulo Noronha, a capital recebeu 300 mm. Em abril, começou a quadra chuvosa que deve durar, em tese, até o mês de agosto. Com relação às demais regiões do Estado, o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Marcelo Beltrão, revela que as chuvas que caíram em vários pontos do Estado nos últimos dias não foram capazes de amenizar os transtornos gerados pela estiagem.

Chuvas em Maceió superam previsão
Chuvas em Maceió superam previsão

Alagoas247 - Segundo o coordenador do Centro de Gerenciamento de Emergência da Defesa Civil, Paulo Noronha, a chuva deve parar pelos próximos dias e as 575 áreas de risco recebem atenção especial. “Antes do período chuvoso já estávamos monitorando essas regiões. Felizmente, mesmo com o quantitativo de chuva acima do esperado, nenhuma morte foi registrada na capital. As nossas equipes continuarão monitorando todas as regiões. A previsão é que as chuvas cessem pelos próximos dias”, esclareceu.

Ainda de acordo com a defesa civil, a população que reside nas áreas de risco deve ficar atenta para qualquer instabilidade no terreno. “Nesses primeiros dias de chuva, tivemos apenas um pequeno problema no bairro do Ouro Preto. As nossas equipes estão à disposição da sociedade 24 horas por dia. Havendo problemas, a população pode entrar em contato e solicitar nossa ajuda”, esclareceu.

Além dos pluviômetros já existentes na capital, três novos equipamentos que medem o nível das chuvas foram instalados nos bairros do Mutange, do Farol e do Tabuleiro. Nos próximos dias, outros dois devem ser instalados.

Insuficiente

O presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), prefeito Marcelo Beltrão, afirma que as chuvas que caíram em vários pontos do Estado nos últimos dias não foram capazes de amenizar os transtornos gerados pela estiagem.

“Os prefeitos precisam se mobilizar e participar mais ativamente da reconstrução dessas cidades afetadas. O prefeito precisa ser ouvido. A gente precisa ficar preparado para conviver com este problema”, avaliou o presidente da AMA.

Com gazetaweb.com

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