Chuvas: Municípios cancelam festas juninas

Prefeitos de vários municípios alagoanos atingidos pelas chuvas dos últimos dias decidiram cancelar a programação dos festejos juninos; é o caso de Marechal Deodoro e do Pilar, na Região Metropolitana da capital, que contabilizaram os maiores prejuízos; em São Miguel dos Campos, distante 60 quilômetros de Maceió, e que tem 180 famílias desalojadas, a tradicional festa de São João não está confirmada

Prefeitos de vários municípios alagoanos atingidos pelas chuvas dos últimos dias decidiram cancelar a programação dos festejos juninos; é o caso de Marechal Deodoro e do Pilar, na Região Metropolitana da capital, que contabilizaram os maiores prejuízos; em São Miguel dos Campos, distante 60 quilômetros de Maceió, e que tem 180 famílias desalojadas, a tradicional festa de São João não está confirmada
Prefeitos de vários municípios alagoanos atingidos pelas chuvas dos últimos dias decidiram cancelar a programação dos festejos juninos; é o caso de Marechal Deodoro e do Pilar, na Região Metropolitana da capital, que contabilizaram os maiores prejuízos; em São Miguel dos Campos, distante 60 quilômetros de Maceió, e que tem 180 famílias desalojadas, a tradicional festa de São João não está confirmada (Foto: Voney Malta)
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Alagoas 247 - Os recursos escassos pelo efeito da recessão econômica e a inundação fizeram com que os municípios mais castigados cancelassem a programação das festas de São João em 2017. As prefeituras de Marechal Deodoro e do Pilar, na Região Metropolitana da capital, suspenderam as comemorações depois do caos. As duas cidades foram as que contabilizaram os maiores prejuízos devido às chuvas intensas.

A assessoria de comunicação de Marechal Deodoro informou que a festa programada para este ano foi cancelada e que todos os esforços estão sendo empregados para recomposição das áreas afetadas pelas enchentes.

O prefeito do Pilar, Renato Filho, informou à Gazetaweb que não há a mínima estrutura e suporte financeiro para o município bancar ou sediar os festejos juninos este ano. Havia uma ideia, segundo ele, de promover eventos isolados e menores, mas, com o temporal, nem isto vai acontecer mais. 

"Pretendíamos fazer concurso de quadrilhas juninas, apoiar e espalhar palhoções pela cidade e contratar alguns trios de pé de serra para tocar em alguns dias. No dia 29 de junho, a proposta era realizar o tradicional casamento matuto para encerrar os festejos. Porém, não temos como fazer mais nada", avisou o gestor. Ele acrescenta que os recursos que aparecerem a partir de agora serão destinados para assistência às centenas de pessoas desabrigadas ou desalojadas na cidade.

Em São Miguel dos Campos, distante 60 quilômetros da capital, a situação é bem parecida. A enchente deixou 180 famílias desalojadas e a prefeitura informou que está mobilizada para o atendimento a estas pessoas. Até agora, segundo a Secretaria Municipal de Comunicação, não há programação de festa junina na cidade, que já fez uma das maiores programações do interior do estado nesta época do ano. 

A prefeitura diz esperar, ainda, uma ajuda financeira do Ministério do Turismo. Caso contrário, a festa, de qualquer porte, se tornaria inviável.

Em Cajueiro, a programação também não está confirmada.

Na contramão dos demais municípios, Palmeira dos Índios, no Agreste, manteve e ainda reforçou a comemoração deste ano. Com o tema "Palmeira tem São João do Povo 2017", a festa está marcada para começar em 12 de junho e só terminar no dia 1º de julho. Várias atrações locais e regionais foram anunciadas, a exemplo de Jorge de Altinho, Baby Som e Garota Sertaneja. Concurso de quadrilhas também está programado no Arraiá Cometa Mambembe.

Com gazetaweb.com

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