Cid se defende de delação da JBS: “É contra a minha índole”

Em coletiva concedida nesta segunda-feira (22), o ex-governador Cid Gomes (PDT) defendeu-se das acusações do empresário Wesley Batista, da JBS, de negociar propina para as campanhas de 2010 e 2014. “Minha índole não permite fazer solicitação vinculando algum benefício por parte do Estado”, disse. Sobre a liberação de R$ 110 milhões em créditos do ICMS em troca de R$ 20 milhões para a campanha de Camilo Santana (PT), Cid disse que “é obrigação do Estado pagar”. “Eu poderia ter hoje as minhas contas reprovadas e estar condenado por crime de responsabilidade”, explicou

Em coletiva concedida nesta segunda-feira (22), o ex-governador Cid Gomes (PDT) defendeu-se das acusações do empresário Wesley Batista, da JBS, de negociar propina para as campanhas de 2010 e 2014. “Minha índole não permite fazer solicitação vinculando algum benefício por parte do Estado”, disse. Sobre a liberação de R$ 110 milhões em créditos do ICMS em troca de R$ 20 milhões para a campanha de Camilo Santana (PT), Cid disse que “é obrigação do Estado pagar”. “Eu poderia ter hoje as minhas contas reprovadas e estar condenado por crime de responsabilidade”, explicou
Em coletiva concedida nesta segunda-feira (22), o ex-governador Cid Gomes (PDT) defendeu-se das acusações do empresário Wesley Batista, da JBS, de negociar propina para as campanhas de 2010 e 2014. “Minha índole não permite fazer solicitação vinculando algum benefício por parte do Estado”, disse. Sobre a liberação de R$ 110 milhões em créditos do ICMS em troca de R$ 20 milhões para a campanha de Camilo Santana (PT), Cid disse que “é obrigação do Estado pagar”. “Eu poderia ter hoje as minhas contas reprovadas e estar condenado por crime de responsabilidade”, explicou (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O ex-governador Cid Gomes (PDT) negou, em coletiva concedida nesta segunda-feira (22), as acusações contida na delação premiada de Wesley Batista, da JBS. De acordo com o empresário, Cid e os secretários Arialdo Pinho e Antônio Balhmann teriam negociado propina para as campanhas de 2010 e 2014. “Minha índole não permite fazer solicitação vinculando algum benefício por parte do Estado”, disse. 

Sobre a acusação de ter feito um repasse no valor de R$ 110 milhões à JB em créditos do ICMS em troca de R$ 20 milhões para a campanha de Camilo Santana (PT), o ex-governador disse que cumpriu com uma obrigação do Estado. “Se o Estado não pagasse, eu é que seria responsabilizado. Eu poderia ter hoje as minhas contas reprovadas e estar condenado por crime de responsabilidade”, explicou. 

(Com informações do blog Política do jornal O Povo)

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