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Cinco deputados de GO votam contra mais recursos para saúde e educação

Rubens Otoni (PT), Leandro Vilela (PMDB), Pedro Chaves (PMDB), Marina Sant’Anna (PT) e Jovair Arantes (PTB) votaram a favor de emenda que manteria o corte de 70% proposto pelo Senado no montante de recursos dos royalties do petróleo destinados para saúde e educação. Câmara acabou derrubando requerimento do líder do PMDB, Eduardo Cunha. Votação sobre os royalties foi adiada e será realizada na segunda semana de agosto

Cinco deputados de GO votam contra mais recursos para saúde e educação

Goiás 247_ Cinco deputados de Goiás votaram a favor de um requerimento proposto pelo líder do PMDB, Eduardo Cunha, que manteria o corte de cerca de 70% no montante nos recursos dos royalties do petróleo destinados para a saúde e educação.

Os parlamentares que votaram a favor de emenda que retiraria dinheiro da educação e saúde, foram: Rubens Otoni (PT), Leandro Vilela (PMDB), Pedro Chaves (PMDB), Marina Sant’Anna (PT) e Jovair Arantes (PTB). A emenda acabou sendo derrubada.

Armando Vergílio (PSD), Carlos Alberto Leréia (PSDB), Flávia Morais (PDT), Heuler Cruvinel (PSD), Iris de Araújo (PMDB), João Campos (PSDB), Roberto Balestra (PP), Ronaldo Caiado (DEM) e Valdivino de Oliveira (PSDB) foram os deputados de Goiás que votaram contra a emenda que retiraria recursos das duas áreas.

No primeiro projeto aprovado na Câmara Federal, sob pressão popular dos protestos de rua, 75% dos recursos seriam para a educação e 25% para a saúde. O texto foi para o Senado e então houve o corte significativo de 53% do montante para a educação e outros 15% na área de saúde.

Foi quando o projeto de lei voltou para a Câmara que Eduardo Cunha tentou emplacar requerimento que obrigaria os deputados a votarem a favor das mudanças executadas pelo Senado, derrubando de vez, o texto que da Câmara que previa mais recursos para saúde e educação.

Sem acordo entre os líderes partidários ficou definido na terça-feira (16) que a votação do projeto dos royalties vai ser realizada na segunda semana de agosto, após o recesso parlamentar. A Câmara então vai decidir se mantém o projeto aprovada por ela antes ou se aprova o alterado pelo Senado.