Citibank acompanha bancos públicos e reduz taxas de juros

Mudana mais importante ocorrer no crdito imobilirio, onde o banco passar a trabalhar com taxa de 8,9% ao ano

Citibank acompanha bancos públicos e reduz taxas de juros
Citibank acompanha bancos públicos e reduz taxas de juros (Foto: Divulgação)
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Agência Brasil - O Citibank anunciou redução das taxas para clientes pessoas físicas nas linhas de crédito imobiliário, crédito pessoal, cheque especial e financiamento de veículos. No Citibank, a redução entra em vigor no dia 2 de maio e segue decisão adotada inicialmente pelos bancos oficiais, que forçou a diminuição das taxas nas instituições privadas.

De acordo com o Citibank, a mudança mais importante ocorrerá no crédito imobiliário, onde o banco passará a trabalhar com taxa de 8,9% ao ano, acrescida da Taxa Referencial (TR). A TR é calculada com base nas “médias dos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) de 30 dias a taxas prefixadas praticadas por bancos comerciais e ajustada por meio de um redutor, de modo a adequá-la aos contratos de poupança e do Sistema Financeiro da Habitação”, explica o Banco Central.

O banco informou ainda que as taxas reduzidas serão aplicadas às novas operações de financiamento de veículos, crédito imobiliário e crédito pessoal. Só no caso do cheque especial, as novas taxas incidem sobre os contratos vigentes. Em todos os casos, o banco informou que as alterações dependem do relacionamento do cliente com o banco ou com as condições de prazo e o valor do contrato.

O banco não informou quais as taxas praticadas anteriormente, mas anunciou que, além da taxa de 8,9% ao ano mais TR para o crédito imobiliário, o crédito pessoal terá taxa a partir de 1,69% ao mês, o cheque especial a partir de 1,99% ao mês e financiamento de veículos a partir 0,99% ao mês.

A redução das taxas começou no início do mês com os bancos oficiais federais. Ontem (24), a presidenta Dilma Rousseff disse que a redução dos juros bancários no país ocorrerá de forma progressiva e que o Brasil precisa ter taxas compatíveis com sua posição no mundo. Segundo Dilma, não há razão para o Brasil ter taxas de juros tão elevadas.

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