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Clóvis desafia João e chama vereadores de corruptos

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Clóvis Barbosa, desafiou nesta quinta (31) o prefeito João Alves Filho (DEM) a provar que os servidores de órgão agiram com truculência na coleta de documentos na Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb); Clóvis voltou a afirmar que a prefeitura de Aracaju “fez tudo errado” para beneficiar a Cavo Saneamento; conselheiro ainda disse que se João não quer administrar a prefeitura que deixe o cargo. Clóvis também rebateu as críticas dos vereadores Anderson de Tuca (PRTB) e Renilson Félix (DEM) e os chamou de “corruptos”

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Clóvis Barbosa, desafiou nesta quinta (31) o prefeito João Alves Filho (DEM) a provar que os servidores de órgão agiram com truculência na coleta de documentos na Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb); Clóvis voltou a afirmar que a prefeitura de Aracaju “fez tudo errado” para beneficiar a Cavo Saneamento; conselheiro ainda disse que se João não quer administrar a prefeitura que deixe o cargo. Clóvis também rebateu as críticas dos vereadores Anderson de Tuca (PRTB) e Renilson Félix (DEM) e os chamou de “corruptos” (Foto: Valter Lima)

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Valter Lima, do Sergipe 247 - O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Clóvis Barbosa, desafiou nesta quinta-feira (31) o prefeito João Alves Filho (DEM) a provar que os servidores de órgão agiram com truculência na coleta de documentos na Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb). Clóvis voltou a afirmar que a prefeitura de Aracaju “fez tudo errado” para beneficiar a Cavo Saneamento. O conselheiro ainda disse que se João não quer administrar a prefeitura que deixe o cargo. Clóvis também rebateu as críticas dos vereadores Anderson de Tuca (PRTB) e Renilson Félix (DEM) e os chamou de “corruptos”.

“Setores da prefeitura de Aracaju receberam muito mal a recomendação que nós fizemos em relação ao contrato emergencial com a Cavo, que tem uma série de irregularidades, com provas concretas. Nossas equipes de servidores coletaram documentação na Emsurb, na própria prefeitura e na área de transbordo, com tudo filmado e fotografado. Agora se houve excessos como afirmou o prefeito, que ele prove. Queremos que o prefeito mostre a filmagem que ele diz ter dos servidores do tribunal tratando mal os servidores da Emsurb. Se ele tem essa filmagem que junte aos autos”, afirmou Clóvis Barbosa.

Ele ressaltou que o TCE está cumprindo suas funções institucionais. “Encontramos uma série de irregularidades. Até o contrato não foi a prefeitura quem fez. Veio da Cavo, por email. O Ministério Público, inclusive, também já entrou com um processo. Hoje a Cavo entrou com processo para que o TCE não apurasse. Nós então suspendemos o julgamento, mas a investigação terá continuidade com o conselheiro Ulices Andrade. Vamos cumprir o que a lei determina. Ninguém está inventando nada, apenas cumprindo a lei. Não adianta ter pressão, não tenho medo pode fazer o que quiser, podem ameaçar”, disse.

 “Corruptos”

Para Clóvis Barbosa, foi a prefeitura de Aracaju “que criou todo esse problema”. “As provas são concretas, não pune se não quiser. Fizeram tudo errado para beneficiar uma empresa”, ressalvou. Ele rebateu a declaração dos vereadores de que estaria querendo beneficiar a Torre Empreendimentos. “Quero dizer a esses vereadores que trate das coisas deles, que eles vão se dar muito mal. Eles não têm moral para falar do TCE. Respeitem os servidores do tribunal. Corruptos são eles dois”, atacou.

“Politicagem”

O conselheiro também rebateu a acusação de que estaria agindo com politicagem. “Se há politicagem do Tribunal de Contas, então há também do MP, da Polícia e do Poder Judiciário, pois todos estão investigando esse contrato. Estamos cumprindo com nosso dever institucional, fazendo as fiscalizações dos atos de gestão. Quem quiser andar direito com dinheiro público que o faça. Digo isso ao governador e ao prefeito. Não tenho medo nem de governador nem de prefeito. Respeitem o TCE e suas funções institucionais. Se não quer administrar a capital sergipana, que saia. Não adianta tentar me intimidar. Não vou baixar a cabeça. Não tenho medo deles nem de seus asseclas e pistoleiros intelectuais”, afirmou.

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