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‘Com a posse de Raquel, será que o inquérito contra Alckmin anda?’

O líder do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Alencar Santana Braga, questionou qual será a posição da PGR diante do inquérito da contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB), após a posse de Raquel Dodge; "Será que agora o inquérito da delação Odebrecht contra Alckmin, o Santo, anda, ou vai continuar na geladeira?", perguntou o petista; em delação, três executivos da empreiteira informaram que o tucano recebeu R$ 10,3 milhões da empresa nas campanhas de 2010 e 2014, via caixa dois

O líder do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Alencar Santana Braga, questionou qual será a posição da PGR diante do inquérito da contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB), após a posse de Raquel Dodge; "Será que agora o inquérito da delação Odebrecht contra Alckmin, o Santo, anda, ou vai continuar na geladeira?", perguntou o petista; em delação, três executivos da empreiteira informaram que o tucano recebeu R$ 10,3 milhões da empresa nas campanhas de 2010 e 2014, via caixa dois (Foto: Leonardo Lucena)

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SP 247 - O líder do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Alencar Santana Braga, cutucou o governador Geraldo Alckmin (PSDB), ao questionou qual será a posição da Procuradoria-Geral da República (PGR) diante do inquérito da contra o tucano, após a posse de Raquel Dodge.

"A Raquel Dodge acabou de tomar posse na PGR. Será que agora o inquérito da delação Odebrecht contra Alckmin, o Santo, anda, ou vai continuar na geladeira?", perguntou o petista.

Três executivos da empreiteira - Benedicto Júnior, Arnaldo Cumplido e Carlos Guedes - informaram que o tucano recebeu R$ 10,3 milhões da empresa nas campanhas de 2010 e 2014. O dinheiro, repassado via caixa dois, foram contabilizados no famoso “Departamento de Operações Estruturadas”, o setor de controle de propinas da empreiteira.

O parlamentar também comentou sobre a relação entre o governador e Michel Temer. "Parece que agora o Alckmin resolveu se "distanciar" de Temer, às vésperas das eleições. Será que ele percebeu o quanto esse governo é prejudicial para o povo? Ou será porque há interesses eleitorais? Que dúvida cruel...", disse Braga.

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