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Com Gurgel pressionado, Marconi vai antes à PGR

Kakay pede PGR que investigue seu cliente, o governador Marconi Perillo. Com a ao, ele se antecipa, j que o procurador Roberto Gurgel vem sendo questionado por no pedir investigao do tucano, que teria recebido propina em caixa no Palcio

Com Gurgel pressionado, Marconi vai antes à PGR (Foto: Divulgação)
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Goiás 247 – O governador Marconi Perillo usa a velha estratégia de ir para o ataque, em vez de ser abatido nas cordas. Como anunciado no início da tarde, o seu advogado entrou em ação para pedir que ele seja investig

 

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ado. Nas últimas horas o procurador-geral, Roberto Gurgel, foi bombardeado com questionamento sobre a razão de poupar Marconi, com suspeita de receber propina em uma caixa no Palácio das Esmeraldas, e pedir investigação do governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT). Kakai, no caso, se antecipa aos fatos. A seguir, as informações de O Globo:

 

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Advogado de Perillo pede a PGR que investigue o governador

O GLOBO_BRASÍLIA - O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, que defende o governador de Goiás, Marconi Perillo, protocolou no começo da tarde desta quinta-feira uma petição na Procuradoria Geral da República (PGR), pela abertura de inquérito contra o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

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Conforme o advogado, o pedido “inusitado” foi feito pelo próprio governador, que sustenta ser vitima de falsas interpretações equivocadas a respeito da investigação Monte Carlo, que desbaratou o esquema comandado por Carlinhos Cachoeira para exploração de jogos de azar.

- Esta é uma situação inusitada. Temos de produzir prova negativa de uma acusação infundada, sem rosto. Como o procurador pediu abertura de uma investigação contra o governador do Distrito Federal, e não abriu contra Marconi, então, o próprio governador pediu para ser investigado, mesmo que não haja elemento para isso. Diria que é uma ousadia do governador. Na minha carreira de advogado, nunca fiz isso antes – disse o advogado, que também defende o senador Demóstenes Torres (Sem partido-GO), investigado pelo Ministério Público Federal e que responde processo no Conselho de Ética do Senado.

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A decisão foi tomada após a revelação de trechos de interceptação telefônicas nos quais Cachoeira conversa com o contador do grupo, Giovani Pereira, sobre o pagamento de dinheiro que seria entregue numa praça localizada perto do palácio do governo goiano ao ex-vereador Wladimir Garcez. Em um trecho do relatório da PF, que está no STF, Cachoeira aparece como mandante da entrega de remessa de dinheiro, R$ 20 mil de propina, ao deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO). De acordo com a PF, Cachoeira ordena que seu contador entregue o dinheiro ao parlamentar.

A petição afirma que os rumores “caluniosos” chegaram ao ápice nesta quarta-feira, com a divulgação pelo blog Quid Novi de que Perillo teria recebido R$ 500 mil de Cachoeira no Palácio das Esmeraldas, sede do governo do estado de Goiás. “Por incrível que possa parecer, a citada matéria não teve a honestidade de reconhecer que o nome do requerente não é citado nas gravações em nenhum momento. Imediatamente, o requerente publicou nota em que classificou como irresponsável, leviana, inverídica e despropositada toda a história”, afirma a defesa do governador.

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Almeida Castro afirmou que, na petição, incluiu trecho do relatório da Polícia Federal que indica que não há elementos para pedir a investigação de Marconi Perillo. E ressaltou que o que ocorre é uma interpretação de que esse dinheiro, supostamente pago a Garcez, teria beneficiado o governador de Goiás, que nega envolvimento no episódio.

“De todo modo, diante da situação rumorosa que se instalou, o requerente, consciente de sua mais absoluta inocência, busca ser investigado com isenção e seriedade. A investigação deve se dar – não por tiras hermeneutas ou pela imprensa sensacionalista – mas por essa prestigiosa casa e sob a supervisão do Superior Tribunal de Justiça”, expõe a defesa do governador em trecho da petição.

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A petição também diz que Marconi pede para que a investigação seja aberta para provar sua inocência: “Ressalte-se que o requerente não visualiza nenhum demérito em figurar aqui como ser investigado, firme em sua inocência e ciente das prerrogativas que lhe assistem. Ao contrário, a investigação das autoridades é a marca indiscutível do Estado Democrático de Direito e, por isso, confere legitimidade aos governos”.

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